Rugby e Crossfit = ???


O que acontece quando você mistura rugby e crossfit? O BH Rugby e o Ares Crossfit toparam o desafio. #descubra

Em MG também tem Beach Rugby!


O UNI/BH Rugby participou do primeiro torneio de Beach Rugby do estado de Minas Gerais, e a equipe feminina já começou o ano levantando o caneco!

Temporada 2018


A temporada 2018 já começou! Venha fazer parte do maior e mais tradicional time de rugby de Minas Gerais.

“Corremos muito e demos combate até o final: jogamos e vencemos”

EM by Alessandro Travassos | BH Rugby | 1 comentário

Por Marcel Souza, atleta do BH Rugby Quad

 

Marcel Souza

Depois de um ano de treinos, incluindo um campeonato regional nesse período, fomos para o IV Campeonato Brasileiro de Rugby em Cadeira de Rodas completamente cientes de nossas limitações e potenciais técnicos, materiais e físicos. Chegamos com a expectativa de melhorarmos nossa posição em relação ao ano passado e de mostrar para a comunidade do Rugby em Cadeira de Rodas do Brasil que o esporte é levado a sério em Belo Horizonte. Com esforço e luta, conseguimos concretizar essas expectativas.

Chegamos sabendo da ameaça da segunda divisão e assumimos a responsabilidade de ter que vencer times que nos derrotaram no ano passado. Os jogos do campeonato começaram na quinta-feira (14/05), mas a quarta-feira (13/05) foi um dia tenso. Era o dia da classificação* dos atletas que ainda não possuíam registro oficial da ABRC, no nosso caso, o Davi, o Marcos e o Esdras. Foi o dia da primeira decepção e da primeira surpresa. A classificação do Marcos foi dentro do esperado, 2.0. Mas a do Davi nos frustrou: a banca avaliadora o classificou como 3.0, o que atrapalhava muito nosso time taticamente. Isso só serviu para aumentar a ansiedade e acabou anulando a boa surpresa da classificação do Esdras, que recebeu 2.5, uma pontuação menor do que a que esperávamos.

Bom, a quinta-feira chegou e era dia de estréia: jogaríamos contra a Andef/RJ na partida de abertura do campeonato. Fomos para a quadra sem conhecer muito bem o adversário, mas o time que entrou – André (3.0), Davi (3.0), Julierme (1.0) e Everton (1.0) – conseguiu se impor logo de cara e abriu alguns pontos de diferença. No segundo quarto, entretanto, o jogo ficou mais difícil e a Andef empatou a partida. É claro que o adversário melhorou sua marcação, mas boa parte da culpa pelo apagão foi nossa, talvez pelo cansaço, já que o Humberto preferiu não fazer substituições, ou talvez porque algumas jogadas não deram certo e o time se desestabilizou mesmo. O que importa é que voltamos para o terceiro quarto melhores e conseguimos vencer no final, por 34 a 29.

Saímos desse jogo satisfeitos e confiantes, mas sem euforia, já que, à tarde, jogaríamos contra o time do Tigres/SP, o vice-campeão da edição de 2010. Tínhamos completa ciência da disparidade técnica entre nós e eles, mas nos propusemos a nos esforçar ao máximo e absorver toda a experiência que a partida iria proporcionar. Infelizmente, tetraplégico não transpira e, por isso, não posso dizer que deixamos até a última gota de suor em quadra, mas corremos muito e demos combate até o final. Iniciamos jogando de igual pra igual, mas a superioridade do outro time prevaleceu e perdemos por 48 a 14. A quinta-feira acabou e terminamos o dia com a sensação de dever cumprido porque ganhamos um jogo e demos combate contra o vice-campeão. Fomos dormir ouvindo comentários de atletas de outros times sobre a nossa evolução e ansiosos pelo dia seguinte.

Na sexta-feira (15/07), tínhamos apenas um jogo, mas era contra o bicampeão, Adeacamp/SP. Sabíamos também da nossa realidade e que, mais uma vez, teríamos que absorver tudo que fosse possível daquela experiência. Imagine jogar contra uma equipe que simplesmente anula tudo o que você tenta em quadra, exercendo uma pressão que vai minando o seu ânimo a cada erro que te força a cometer. Foi isso que aconteceu, mas o Humberto nos lembrou a razão de estarmos ali: deixar em quadra todo o fôlego que tínhamos. Marcamos oito vezes e comemoramos cada uma delas como se fosse o gol da vitória numa final. Infelizmente, tomamos 81 e fomos nos preparar para o sábado.

Sábado (16/07) talvez tenha sido o dia de maior decepção. Jogamos pela manhã contra o Omda/SC, um time que possui o melhor atacante, Rafael Hoffman (2.0), e o melhor defensor do campeonato, José Raul (1.5). Conhecemos esse time, foram os mesmos jogadores que venceram o Campeonato Regional que aconteceu em Belo Horizonte no final de 2010. Foi impressionante ver a evolução desses dois atletas em relação ao que demonstraram no ano passado. Sabíamos que a partida seria difícil, mas queríamos mostrar que tínhamos evoluído e que poderíamos ser um adversário melhor. Por vários motivos, não tivemos êxito e perdemos a partida por 54 a 13.

Mas aquele dia foi difícil especialmente por causa do jogo da tarde. Foi a primeira vez que a arquibancada encheu de familiares, amigos, desconhecidos e parte do lindo e entusiasmado time feminino do BH Rugby. Jogaríamos contra o ADGE/DF e criamos uma esperança – que se revelou ilusória depois – de que poderíamos vencê-los. Nada deu certo durante o jogo: nos afobamos, nos precipitamos, não nos recompusemos e perdemos por 55 a 14. Ficamos tristes por isso ter acontecido em frente a uma torcida que esperávamos ver desde o primeiro dia, mas o tombo nos trouxe de volta à realidade. Fomos dormir preocupados com o dia seguinte, primeiro, pela obrigação de vencer no domingo para nos manter na primeira divisão e, segundo, pelo receio de uma não convocação do André para a seleção brasileira ao final do campeonato.

O domingo (17/07) era o dia em que tudo se resolveria. Nossa permanência na primeira divisão seria decidida, sairia o campeão e a seleção seria convocada. Nosso único jogo era o primeiro do dia e estava marcado para as 8h. Acordamos às 5h30 para estarmos em quadra prontos para o aquecimento às 7h30. Jogaríamos contra o Rio Quad/RJ, que, se perdesse, estaria rebaixado. Não estávamos preocupados com a situação deles. Nosso foco estava direcionado para a missão de vencer, até mesmo porque corríamos o mesmo risco. Jogamos e vencemos. Foi mais difícil do que esperávamos porque cometemos muitos erros, mas vale a pena ressaltar a capacidade que tivemos de nos recompor e perseverar até o final. O jogo teve o placar apertado o tempo todo e terminou 35 a 32 para nossa alegria. Nesse dia, alguns familiares e amigos acordaram cedo em pleno domingo para nos apoiar, o que deu a essa vitória uma satisfação maior ainda.

O domingo também foi o dia de assistir ao jogo que definiria o campeão entre os dois melhores times do país: Adeacamp/SP e Tigres/SP. Ninguém escondia a expectativa de ver o time de Campinas campeão, já que era o melhor, mas havia, sim, uma esperança de que os paulistanos fossem adversários mais difíceis. Deu a lógica: o Adeacamp/SP foi campeão com facilidade, com um placar de 72 a 24. No nosso caso, vê-los jogar só nos motiva e revela que temos um longo caminho no esporte ainda.

Na cerimônia de encerramento, aconteceria a convocação dos 16 atletas que passariam a compor a base da delegação da seleção brasileira no Pan-Americano, que acontecerá em Bogotá, na Colômbia, no final do ano. Desses 16, somente dez ficarão na seleção que irá viajar para a competição. Naquele momento, nossa expectativa estava toda voltada para a convocação do companheiro André e foi com grande alegria que ouvimos o nome dele ser chamado.

Sem querer ser arrogante ou presunçoso, é necessário parabenizar, antes de tudo e de todos, os atletas que, há um ano, vêm se dedicando ao esporte. Vale citar que André, Everton, Kadu, Léo, Julierme, Betinho, Esdras, Marcão, Davi e eu merecemos todo reconhecimento e elogio pela evolução.

Parabéns ao Humberto e ao Diego pela paciência, pela disposição em aprender junto com a gente e pelo companheirismo. Ao Daniel, companheiro mais recente de caminhada, que tem estado sempre junto e nos apoiando.

É necessário agradecer a Cláudia e ao Superar por nos proporcionar material, espaço e apoio para treinar. Além de agradecer ao Belo Horizonte Rugby Clube pela acolhida.

Que, para o próximo campeonato, tenhamos mais apoio, mais material, mais disposição, mais compromisso, mais dedicação, mais comunicação e mais vitórias!

 

Foto por Joon Ho Kim / Adeacamp/SP

 * O Rugby em Cadeira de Rodas é um esporte específico para tetraplégicos, pessoas que possuem comprometimento de pelo menos três dos membros do corpo. Por isso, os atletas são classificados de acordo com seu nível de limitação, sendo que a pontuação varia de 0.5, o mais, a 3.5, o menos comprometido. O esporte é disputado com quatro jogadores em quadra, e a soma da pontuação da equipe não pode ultrapassar oito pontos.

BH Rugby Quad termina Brasileiro em 5º e se garante na elite para 2012

EM by Luiz Castro | BH Rugby | 1 comentário

O BH Rugby Quad, equipe de cadeirantes do Belo Horizonte Rugby Clube, terminou o 4º Campeonato Brasileiro da modalidade na quinta posição. Assim, assegurou vaga na edição de 2012 do torneio. A partida decisiva foi realizada no domingo (17), no SESC Venda Nova, Belo Horizonte, onde foi realizada a competição. Em uma partida apertada, o time da capital bateu o Rio Rugby Quad por 35 a 32.

 

O treinador do BHR Quad, Humberto Assis, comemorou o resultado, já que a manutenção na elite nacional do Quad Rugby para o próximo campeonato era a meta principal de todos. Com pouco mais de um ano de existência, a equipe mineira participou do segundo Brasileiro e melhorou sua colocação. Em 2010, com apenas duas semanas de fundação, o time viajou para Ceilândia-DF, onde ficou na sétima posição entre dez participantes. Agora, jogando em casa, com o apoio da família, dos amigos e dos colegas de clube, acabou em quinto.

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BH Rugby leva quatro atletas para a Copa Cultura Inglesa

EM by Luiz Castro | BH Rugby | 1 comentário

A Seleção Mineira Juvenil de Rugby embarcou para Jundiaí, em São Paulo, onde disputa a Copa Cultura Inglesa a partir deste domingo. O torneio aproveita as férias de julho para reunir as seleções estaduais de M-19 e, neste ano, também as de M-17. Nesta edição, grupos de seis Estados estarão na competição. Pela segunda vez, Minas Gerais será representada, o que é resultado da fundação da Federação Mineira de Rugby, no fim de 2009. No total, 21 jovens estarão à disposição para jogar em nome do Estado nos campos paulistas.

 

De 11 a 16 de julho, vieram para Belo Horizonte os atletas do interior do: Lavras, Varginha, Juiz de Fora, Monte Sião, Pará de Minas e de outras cidades. Contando com a solidariedade dos colegas do BH Rugby – ingrediente essencial ao esporte – e com o suporte da Federação, eles se uniram aos juvenis do clube da capital. No período, o grupo teve a oportunidade de realizar treinos intensivos sob a tutela do treinador Paulo Vilela, atleta do BH Rugby, que vai comandar a seleção pela segunda vez. Além do técnico, o BH cedeu quatro atletas para a competição.

 

A intenção de unir o selecionado com o máximo de antecedência possível foi evitar que se repetissem os problemas graves do ano passado que resultaram no desempenho tímido em campo. Na primeira participação mineira, os atletas se conheceram já no alojamento, horas antes de disputar a primeira partida. Assim o time foi montado, e o resultado ficou aquém das expectativas.

 

Desta vez, às vésperas da nova oportunidade, o grupo treinou fundamentos, como passes em linha e rucks, jogadas de line-out seguidos de mauls, e cada um já saiu com posições e papéis bem definidos. Victor Vogas, o Zaca, atleta do BHR, será o capitão da Seleção Mineira M-19 pela segunda vez. Na opinião dele, os treinos ajudam a formar um entrosamento, mesmo que às pressas.

 

“A gente consegue se conhecer melhor, saber a posição em que cada um joga. A gente aprende a jogar junto”, comentou ohooker. Nesta participação, que será a última dele na Copa Cultura Inglesa, Victor espera jogar mais, em vez de se ver obrigado a cobrir tanto os companheiros.

 

Paulo Vilela concorda que o treinamento auxilia, mesmo longe do período e da intensidade ideais. O que se espera com a preparação é fazer uma campanha sensivelmente melhor. Para isso, ele confia em um fator: a evolução do rugby no Estado.

 

“O fortalecimento do rugby em Minas pode refletir no time. Tivemos o segundo ano de Campeonato Mineiro, com o Uberlândia, o Leopardos, o Varginha, o Juiz de Fora, e a melhora técnica das equipes foi perceptível. Vamos fazer um torneio melhor, mas será um nível mais difícil do que no ano passado”, comenta.

 

Além de Victor, os belo-horizontinos que integram a Seleção são Giuliano Fernandes, Diogo Souza Menezes e Bernardo Souza Faria. Todos eles são jovens, inclusive no esporte, e encaram a viagem para Jundiaí como um curso intensivo de rugby e também como uma experiência de vida.

 

Diogo, o Chorão, e espera só crescimento pessoal com a participação na Copa. “Quero fazer um bom campeonato, ganhar mais padrão de jogo, mais experiência. E, principalmente, espero fazer mais amigos. Vamos representar nosso Estado e quero criar vínculo com os colegas”, prevê o pilar.

 

Já Bernardo vê a chance com os olhos voltados para um futuro ainda mais distante. O half-scrum, de apenas 15 anos, é o caçula do time e, claro, quer aprender o máximo que puder. “Espero convívio, para crescimento pessoal, além da experiência esportiva. Sou o caçula. Vou para voltar daqui dois anos para estourar, para ganhar”, afirma.

 

Jogos

O caminho da Seleção Mineira não será tranquilo. A equipe, que está no grupo Cultura, abre a Copa enfrentando, no domingo, às 10h30, a Seleção de São Paulo da Região do Vale do Paraíba, uma das favoritas ao título. Na terça-feira, os mineiros pegam os catarinenses, às 13h40. Na quinta, será a vez de encarar os gaúchos, no mesmo horário. Todos os jogos finais serão no sábado. Força, meninos! Boa sorte!

 

4º CAMPEONATO BRASILEIRO DE QUAD-RUGBY

EM by Alessandro Travassos | BH Rugby | 1 comentário

4º CAMPEONATO BRASILEIRO DE RUGBY EM CADEIRA DE RODAS

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BH Rugby Quad pronto para encarar o Brasileiro em casa

EM by Fernando Guerra | Quad-rugby | Comente  

As feras do BH Rugby Quad já estão afiadas para o desafio da próxima semana. Belo Horizonte recebe, pela primeira vez, o Campeonato Brasileiro de Rugby em Cadeira de Rodas. Jogar casa, diante da família e dos amigos, terá um sabor especial, vários incentivos extras para superar o que estiver pela frente e conduzir a bola até o in-goal adversário. Abrir