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	<title>Belo Horizonte Rugby Clube</title>
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	<description>Site oficial do BH Rugby</description>
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		<title>Espírito BHR &#8211; O Chaveiro do BHRManuel Schiaffino</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[BH Rugby]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/bannerSite_espiritoBHR_edicao3_BHrugby.jpg" rel="lightbox[879]"></a><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/tREINADOR-DO-TIME-FEMENINO-DO-bhr.jpg" rel="lightbox[879]"></a></p>
<p style="text-align: left;">Manuel Schiaffino, mais conhecido entre nós como Manolo ou Mañungo, pode ser uma das pessoas mais contrariadas da história do nosso clube&#8230; Ele foi o primeiro dos participantes de esta história chamada BHR, que sonhou alto. Quando todos achavam que o time era uma diversão de final de semana, ele pensava grande. Foi designado como o primeiro coach do BH Rugby, e levou a serio. Nada de brincadeiras. Ele preparava os treinos de 15 caras que nem sabiam o que era com certeza o Rugby, como se fosse para treinar aos Springboks, não pela dificuldade do treinamento, mas sim pelo empenho e a preparação premeditada e estudada. Ligava para os jogadores sexta-feira a noite para saber se não tinham caído na balada antes do jogo, e essas coisas que ninguém faz quando não se tem nada. Mañungo, sem ser totalmente compreendido, estava mostrando a esses meninos que Rugby, não é como a pelada com a galera do trabalho. Um homem que conhece o jogo, que se entrega totalmente ao esporte e que sabe quando deixar seu lugar para outros continuarem o caminho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/BH-Rugby-2004.jpg" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-881" title="BH Rugby 2004" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/BH-Rugby-2004.jpg" alt="" width="535" height="337" /></a></p>
<p style="text-align: center;">BH Rugby 2004</p>
<p>Manolo, nosso Manolo, que agora compartilhamos com muito orgulho com o Vitória Rugby, é quem sem deixar de ser ele mesmo, criou grande parte da identidade rugbística do nosso clube.</p>
<p>O exemplo, o batalhador, o amigo&#8230;</p>
<p><strong>Com quantos anos começou a praticar o Rugby?</strong></p>
<p> Exatamente com 8 anos, no mesmo dia do meu aniversário, já que 8 anos era antigamente a idade limite para jogar no meu colégio, hoje é 4 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/manolo-no-chile.bmp" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-882" title="manolo no chile" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/manolo-no-chile.bmp" alt="" width="384" height="268" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Viajando com seus companheiros de Rugby no Chile.</p>
<p><strong>Por que veio para Belo Horizonte?</strong></p>
<p>Conheci no Chile uma chilena que morava em BH, me apaixonei e vim atrás dela.</p>
<p><strong>Como chegou no BH Rugby?</strong></p>
<p>Jogava futebol toda terça e meus amigos sabiam que jogava rugby. Um deles viu um cartaz na faculdade Fumec chamando para treinar. Passou-me o telefone de contato (era do Pedro Vilela), liguei para ele, conversamos como se nos conhecêssemos de sempre e nos encontramos na Pampulha para treinar num sábado. Lembro que quando ia em direção ao encontro tinha a mesma sensação de quem vai para um jogo. Eram os alvores do time.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/Guanabara-vs-BHR-2006.jpg" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-883" title="Guanabara vs BHR 2006" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/Guanabara-vs-BHR-2006.jpg" alt="" width="483" height="362" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Guanabara VS. BHR, Campeonato Fluminense 2006.</p>
<p><strong>Que é o que o BHR tem, que você gostaria que o Vitória Rugby tivesse ou venha a ter algum dia?</strong></p>
<p>É quase impossível que o VRC venha  ter o que o BHR,  já que as pessoas são muito diferentes. Existe a amizade e a vontade que são as mesmas, mas o BHR tem um sentimento de irmãos que vai além de todos os clubes pelos quais passei. Para mim sempre serão minha família, minha casa, meu lar. Em termos práticos quero aqui no VRC ter a mesma gestão do BHR, que é visando o futuro, e claro, incluindo o seven que o BHR não gosta muito, mas que se tornou um esporte olímpico, clube que não o desenvolve na época estival perde.</p>
<p>Agora me embarquei no projeto do rugby feminino aqui em Vitória e tenho conseguido que esse grupo tenha os valores necessários, Na verdade eu não fiz nada, foram elas que escolheram esse caminho. Sinto-me realizado porque conseguimos com as meninas tudo aquilo que vinha passando por minha cabeça e meu coração durante todos estes anos. Elas representam absolutamente todos os valores do rugby, são minhas filhas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/Árbitro.jpg" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-884" title="Árbitro" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/Árbitro.jpg" alt="" width="449" height="230" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Arbitrando BH Rugby x Niterói 22/04/06</p>
<p><strong>Conte alguma das lembranças mais marcantes que o BHR lhe deixou no peito.</strong></p>
<p>É difícil dizer que uma só lembrança é a mais marcante. Cada vez que me reencontro com o BHR fica na memória esse momento. Voltar a abraçar os amigos queridos.</p>
<p>Creio que uma das coisas mais fortes foi jogar pelo VRC os últimos 5 minutos contra o BHR, o final do jogo e os abraços com garotos que poderiam ser meus filhos e ver que o BHR tinha crescido em todos esses anos e se renovado. É um orgulho enorme o que eu sinto por ter sido parte dessa história.</p>
<p><strong>Defina claramente o que é &#8220;Espirito do Rugby&#8221; no seu conceito?</strong><br />
Sempre estamos falando de rugby, da forma de jogar, da técnica, do preparo físico e nos esquecemos do mais importante que é o espírito. O espírito do rugby é um sentimento que representa a forma de viver a vida, baseada na amizade, no companheirismo, no respeito, na união incondicional. Todos aqueles valores humanos que nos fazem sermos grandes. O rugby simplesmente é uma forma de sermos melhores como pessoas. Isso está muito acima de um bom passe, um bom tackle ou ter potência ou ter velocidade. É o eixo de tudo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/manolo-final-copa-brasil.bmp" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-885" title="manolo final copa brasil" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/manolo-final-copa-brasil.bmp" alt="" width="468" height="335" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Final da Copa do Brasil, 07/11/2009</p>
<p><strong>Que é o que mais saudade te dá do nosso clube?</strong><br />
Chegar aos treinos 3 vezes por semana e me reencontrar com meus amigos de sempre, que gostam de mim e me respeitam, não que não exista isso aqui também, mas a sensação é diferente. Impossível descrever.</p>
<p><strong>Como primeiro treinador da história do nosso BHR, o que você falaria para as novas gerações?</strong><br />
Que têm de continuar sonhando alto. Investir nas categorias de base, infantis e juvenis. O rugby precisa chegar cedo nas nossas vidas e não no fim da adolescência. Que BH seja uma referência para o rugby brasileiro como hoje é São José dos Campos. Que os meninos que chegam hoje ao clube conheçam a sua história, que saibam quem foram os Bichalak, os Indias Velhas, os Mariscos, os Frodos, os Cipos, os Francismar, os garotos do ex Viçosa, os Cabeções, os Becker, os Mi$$ha, etc. E se orgulhar de tudo que representam.<br />
É um espírito imenso essa nossa história e cada um é responsável por preservá-la para sempre.</p>
<p> <a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/FichaManolo1.jpg" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-887" title="FichaManolo" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/FichaManolo1.jpg" alt="" width="641" height="372" /></a></p>
<p>Este erudito do jogo e companheiro incomparável em conversas sobre tudo o que envolve o Rugby, é uma pessoa de uma moral inigualável. O Chile tem que ter orgulho de exportar um homem assim, e graças a Deus, ele caiu nos nossos braços. Um exemplo a seguir, um militante impar da ética e dos bons costumes. Manolito é um padre para muitos e um irmão para outros tantos. Dono do elixir que da a juventude eterna, Manuel nos enche de orgulho sempre que nos visita em Belo Horizonte, pois nos deixa relembrar a cada atitude e a cada sorriso, que tipo de homens forjaram a identidade deste clube chamado bulgarmente de BH Rugby, mas para os velhos de sempre, intimamente chamado Família BHR.</p>
<p>Obrigado sempre Manolo!!!</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/tREINADOR-DO-TIME-FEMENINO-DO-bhr1.jpg" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-889" title="tREINADOR DO TIME FEMENINO DO bhr" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/tREINADOR-DO-TIME-FEMENINO-DO-bhr1.jpg" alt="" width="463" height="332" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Treinador da equipe feminina do BHR &#8211; &#8220;as Beagatas&#8221;</p>
<p><strong>Depoimento:</strong></p>
<p>Foi no ano de 2007 em que eu tive uma das perdas mais severas de minha vida. No dia das mães ao invés de estar em um tradicional almoço de família, estava no velório do meu melhor amigo, Jean-Louis Boudou. Ele era francês e meu professor/orientador no curso de Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo, uma pessoa com quem todos brincavam dizendo que era meu pai.</p>
<p>Eu não havia percebido na época, mas foi também em 2007 que eu ganhei outro melhor amigo. Meses depois do falecimento de Boudou eu ainda estava muito cabisbaixo e choramingão, então para tentar aliviar um pouco minha dor procurei diversificar minhas atividades me afastando levemente dos estudos. Foi neste período em que me juntei a um grupo de pessoas que se dedicavam à prática do rugby (esporte que eu só acompanhava pela TV) em Vitória.</p>
<p>Não fazia muito tempo que aquele núcleo de “interessados” pelo rugby havia sido formado com a ajuda do chileno Manuel Schiaffino, mais conhecido como Manolo. Nos primeiros encontros que participei Manolo não estava presente, pois ainda não havia fixado residência na cidade. Quando nos encontramos pela primeira vez, conversamos bastante e o que mais me alegrou foi o fato de ele ser estrangeiro, tal como Boudou.</p>
<p>Depois de poucos treinos, parecia que eu já o conhecia há tempos&#8230; Eram muitas as semelhanças de comportamento em relação ao meu amigo que havia partido. Manolo tem a voz imperativa, é extremamente dedicado a seus afazeres (responsável), gosta de educar e também se enrola de vez em quando com a língua portuguesa!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/ManoloVitória.jpg" rel="lightbox[879]"><img class="aligncenter size-full wp-image-890" title="ManoloVitória" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/09/ManoloVitória.jpg" alt="" width="460" height="332" /></a></p>
<p style="text-align: center;">06/06/2009 &#8211; Intermédia BHR vs. VRC &#8211; Primeiro jogo do Vitória Rugby fora do Espírito Santo</p>
<p>Nossa amizade se aprofundou e não ficou restrita ao mundo do rugby: Manolo foi um dos maiores incentivadores para que eu finalizasse os estudos universitários. As atividades físico-esportivas me aliviaram bastante o emocional, que como já descrevi, iam muito mal. Uma monografia era a peça-chave para alcançar o diploma de bacharel em Geografia, mas com a perda de meu orientador, algo me bloqueava.</p>
<p>Manolo veio a minha casa e passou a me acompanhar de perto. Sempre ele queria saber o que eu já havia feito, o que restava, o que estava certo ou errado. Ele me chantageava; dizia que eu só seria aceito no grupo de rugby se terminasse a monografia. E esse argumento me alimentou durante algum tempo até que vi o estudo pronto. Meu principal auxiliar da apresentação foi ele, que foi treinar um grupo pela manhã e em seguida largou-o para me acompanhar. A missão foi cumprida com êxito. </p>
<p>Se o ditado diz que “quem ama educa”, os integrantes do time são amados por este homem, que tenta polir com rigorosa disciplina aos seus discípulos. Para Manolo, o que interessa é que virem gente de bem, não só bons jogadores. Assim como fez comigo, a todos os meus colegas de time ele tenta acompanhar na vida extra-campo, tal como um pai fiscaliza a prole. E eu me sinto como se fosse seu filho, algo que imagino ser semelhante para os demais integrantes do Vitória Rugby – que é a sua família no Espírito Santo.</p>
<p><strong>João Paulo “Árabe” Minchio</strong></p>
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		<title>O Rugby como Esporte</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 19:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[BH Rugby]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;&#8221;É um meio para Divertir, Relacionar, e também, Educar&#8221;&#8230; Tradução: Alejandro Marolla e Luiz Fernando Moura e Castro Fotos: Maíra Vieira   Helena Mello ministra o treino do infantil 2010 (foto de um pai). Considerando que este artigo vai dirigido, fundamentalmente, aos encarregados das equipes, nada melhor então, que começar antes de mais nada pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>&#8230;&#8221;É um meio para Divertir, Relacionar, e também, Educar&#8221;&#8230;</em></strong></p>
<p style="text-align: right;">Tradução: Alejandro Marolla e Luiz Fernando Moura e Castro</p>
<p style="text-align: right;">Fotos: Maíra Vieira</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/DSC_03281.jpg" rel="lightbox[855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-857" title="DSC_0328" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/DSC_03281.jpg" alt="" width="518" height="255" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Helena Mello ministra o treino do infantil 2010 (foto de um pai).</p>
<p>Considerando que este artigo vai dirigido, fundamentalmente, aos encarregados das equipes, nada melhor então, que começar antes de mais nada pelos princípios históricos e filosóficos de nosso esporte.</p>
<p>Segundo a história escrita, o jogo do Rugby nasceu, quando Williams Webb Ellis, fazendo caso omisso das regras do Foot-Ball de então, tomou a bola com as mãos e começou a correr com ela num Colégio da Cidade de Rugby, na Inglaterra. Na realidade o jogo nasceu muitíssimo tempo antes e foi se transformando de um determinado jeito até chegar ao Rugby atual em que, sem temor a equivocar-nos, podemos assegurar que <strong>é o jogo mais equilibrado, mais balançado e mais perfeito que existe para o Homem</strong>.</p>
<p>É assim que neste jogo os princípios éticos, filosóficos, técnicos e táticos estão permanentemente entrelaçados configurando um esporte absolutamente único. Pretender ensinar o Rugby partindo de bases exclusivamente técnicas ou táticas pode levar a um erro fundamental e pretender ensiná-lo unicamente baseado em seus tradicionais princípios filosóficos que conformam o espírito do jogo pode levar também a um erro, já que não se consegue assim materializar coisas que podem ser conseguidas através do jogo. É por isso que esta introdução é referida aos princípios fundamentais do jogo; princípios que nós, como encarregados de transmiti-los aos jogadores, nunca devemos perder de vista para bem e glória do Rugby amador. Em seguida, como aplicação à prática desses princípios fundamentais, aparecem princípios técnicos que nos ajudam justamente ao desenvolvimento do que a gente pretende de nosso jogo dentro e fora de um campo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/TREINO_10_10-51.jpg" rel="lightbox[855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-858" title="TREINO_10_10 (51)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/TREINO_10_10-51.jpg" alt="" width="448" height="262" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Treino do time juvenil, 10/10/2009.</p>
<p>Nunca podemos esquecer que os treinadores e colaboradores de equipes são os que estão em maior contato com os jogadores e não os dirigentes, nem os árbitros, o que significa que <strong>os técnicos são os primeiros responsáveis em manter o espírito e as tradições do jogo</strong>.</p>
<p><strong>No Rugby, os encarregados das equipes não devem procurar desculpas diante de decisões dos árbitros, como também não nas decisões dos dirigentes nas comissões de disciplina.</strong></p>
<p>A gente tem que assumir a responsabilidade de que o jogo se transmita de geração em geração, como vem sendo feito até agora. Somos os que temos que aceitar e deixar de lado os pequenos gostos, desejos ou opiniões pessoais em áreas da defesa do Rugby, de seus princípios e de suas tradições. Não podemos temer que o desenvolvimento técnico do jogo, o progresso tático e a maior preparação possam afetar esses princípios básicos, se eles realmente foram entendidos por nós e depois transmitidos corretamente aos jogadores no campo, no terceiro tempo e também em todas as oportunidades que nos encontremos com eles, ainda que fora do clube.</p>
<p>Existem muitas formas de enfocar a parte fundamental e filosófica do jogo. Há muitas formas de enunciar os princípios fundamentais e todas foram utilizadas com êxito ao longo da vida do Rugby.  Desde meu ponto de vista, se condensam numa só frase que diz: <strong><em>“O Rugby é um meio e não um fim em si mesmo”</em></strong>. E imediatamente surge a pergunta: <em>Um meio para que?</em> É também nessa hora que podemos responder de muitos jeitos diferentes, mas vamos destacar as três coisas básicas: <strong><br />
1- Um meio para educar.<br />
2- Um meio para relacionar.<br />
3- Um meio para diversão.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/Primeiro-Campeonato-Mineiro-2010_BHR-versus-Uberl+óndia-Rugby-86-22.05.2010.jpg" rel="lightbox[855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-859" title="Primeiro Campeonato Mineiro 2010_BHR versus Uberl+óndia Rugby (86) 22.05.2010" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/Primeiro-Campeonato-Mineiro-2010_BHR-versus-Uberl+óndia-Rugby-86-22.05.2010.jpg" alt="" width="461" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Campeonato Mineiro &#8211; BHR vs Uberlândia 22/05/2010 &#8211; Jacaré e Soldado.</p>
<p><strong>Um meio para educar:</strong> porque: <em>“desventurados aquele esporte que não deixa alguma coisa transcendental na vida de quem o pratique”</em>. Fala-se certamente, que um esporte vale pela educação que deixa naquele que pratica essa atividade, e o Rugby faz, porque as características próprias do jogo &#8211; que são principalmente de adversidade &#8211; ensinam a quem pratica, a treinar e vencer as adversidades.  <strong>Não é verdade que os homens não tem medo; não é estranho tê-lo, mas o interessante é aprender a vencê-lo, e o Rugby justamente dá a oportunidade de vencer o temor.  Por que o Rugby educa?</strong> Primeiro pelo que acabo de dizer, após porque nele se faz um culto do jogo em equipe, então aprendemos a viver em função dos demais, um aprende a sentir mais prazer em se doar que em receber, um aprende a se sacrificar ainda que seja arriscando o próprio físico &#8211; pelo interesse máximo que existe no campo que é a equipe.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/12_09-22.jpg" rel="lightbox[855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-860" title="12_09 (22)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/12_09-22.jpg" alt="" width="403" height="268" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Treino do BHR &#8211; 12/09/2010 &#8211; Helinho e Bolota</p>
<p><strong>Por que educa o Rugby?</strong> Porque foi o primeiro e quase único esporte que descobriu uma verdade muito importante que diz que no Rugby (como seria qualquer outro esporte), não se pode jogar sem adversários. Um pode conceber o Rugby sem união, sem dirigentes, sem treinadores, sem jornalismo, sem público e ainda sem árbitro. Embora, não se pode conceber o jogo de Rugby sem adversário. Surge então como conseqüência natural dessa verdade a tradicional reunião das equipes após do jogo que na América do Sul chamamos felizmente “<strong>Terceiro Tempo”</strong>. É a maneira de agradecer uns aos outros a oportunidade que tiveram de desfrutar do jogo dentro do campo. O Rugby educa porque num mundo materialista, é muito difícil evoluir sem ter que cair no lucro pessoal, permanentemente está mostrando ao jogador que por mais brilhante que ele seja, não poderá fazer nada sem a ajuda da equipe. Também, ensina ao praticante que no Rugby que queremos e devemos defender, <strong>vale mais o Homem do que o jogador</strong>. O Rugby não fomenta nem fomentou nunca jogadores que chutem bem, que passem bem ou que formem bem um scrum, pelo contrario, fomenta sempre homens de bem que trabalhem, estudem e que, como complemento das suas atividades principais, tratem de chutar bem, tratem de passar bem e tratem de formar bem um scrum. O Rugby sempre ficou orgulhoso de ter grandes homens e sempre destacou, junto à condição natural do jogador de fazer as coisas bem dentro de campo, a atividade privada desse jogador. Temos exemplo de grandes jogadores que se destacaram no campo e que também produziram coisas realmente importantes para seu país, a sociedade, a família, etc. <strong>O Rugby nunca quis ser o objetivo final de quem jogava, e sim o meio pelo qual o homem, ao mesmo tempo que melhorava seu físico e sua mente, melhorava espiritualmente.</strong> </p>
<p>O Rugby vive uma de suas maiores batalhas, do próprio jogo com seus princípios e tradições contra a pressão do ambiente exterior por meio de gente que busca tirar lucro do jogo. Desta batalha, o Rugby emerge como verdadeiro esporte amador, emerge triunfante graças a gente que durante muitas gerações promoveu o princípio de que o Rugby é um meio e não uma finalidade.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/TREINO_10_10-28.jpg" rel="lightbox[855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-861" title="TREINO_10_10 (28)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/TREINO_10_10-28.jpg" alt="" width="338" height="374" /></a></p>
<p style="text-align: center;">10/10/2009 &#8211; Final do treino feminino do BHR.</p>
<p>Também falamos que o Rugby é um meio para relacionar e, justamente, o fato de que não se pode jogar Rugby sem adversários e porque existe um pacto de cavalheiros com o adversário – de jogar o mais duro possível dentro do campo, já que quanto mais duro é o jogo, melhor é o jogo – estabelece entre quem decide viver esta vida apaixonante do Rugby amador uma relação que não se apaga facilmente. <strong>O Rugby se vangloria de que são muitíssimas mais as amizades e as relações, que os aborrecimentos que possa provocar.</strong> O jogador de Rugby que encontra num adversário ocasional um homem duro e honesto no campo, depois do jogo valoriza nesse oponente um amigo para toda a vida. O Rugby fomenta as relações, amizades e uniões mais fortes. E se não, pensem na quantidade de pessoas que conheceram e que não foram à escola com vocês, não pertencem ao mesmo âmbito de trabalho, nem se encontram tão freqüentemente como a outros e que, no entanto, sentem por eles uma afinidade muito difícil de definir e que se dá porque o outro é um rugbier como você.  Sem dúvida nenhuma, <strong>um meio para relacionar, um meio para vincular pessoas, povos e sociedades aparentemente muito diferentes, mas quando encontram o ponto comum que chama-se Rugby, todas essas diferenças se aplanam com muitíssima facilidade.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/FINAL_COPA_BRASIL_BHR_VERSUS_SAN_DIEGO_07_11_09-346.jpg" rel="lightbox[855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-862" title="FINAL_COPA_BRASIL_BHR_VERSUS_SAN_DIEGO_07_11_09 (346)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/FINAL_COPA_BRASIL_BHR_VERSUS_SAN_DIEGO_07_11_09-346.jpg" alt="" width="448" height="277" /></a></p>
<p style="text-align: center;">07/11/2009 &#8211; San Diego aplaude o bicampeão da Copa do Brasil.</p>
<p>O Rugby existe para relacionar e devemos saber isto para <strong>ver o oponente justamente como um adversário e não como um inimigo</strong>. Isso não quer dizer que não fomentemos o Rugby bem ensinado, que é tratar muito duro e lealmente o oponente ou o adversário no campo, mas também temos que dar o exemplo de que conseguimos desfrutar dessa partida e dessa tarde de Rugby ou dessa turnê graças a esses adversários, e estendemos nossa relação além do jogo mesmo, à vida de cada um de nós.</p>
<p><strong>Mas uma das coisas mais importantes que o Rugby tem são as tradições que respeitam as hierarquias e os cargos, os capitães e os dirigentes de anos. </strong>No Rugby tudo isto é visto como verdadeira diversão, com certa leveza, sem cara fechada, sem solenidade militar. No Rugby ainda nos cargos mais altos, sempre há lugar para brincadeiras, para a diversão, porque fundamentalmente, dentro e fora do campo o Rugby é para se divertir.</p>
<p>Então o Rugby é um equilíbrio perfeito, e desse jeito um homem que entra com tudo na vida do Rugby amador, se educa, melhora como indivíduo, relaciona-se e conhece pessoas de diferentes lugares, se doa e recebe de outro, e ao mesmo tempo, fazendo estas duas coisas muito importantes, se diverte. É um homem que desfruta porque o Rugby é jogo e tem que seguir sendo um jogo e não um trabalho. De nada vale um coach ou um jogador de Rugby que não tenha bem claro isso todo, porque poderá saber muito de técnica e muito de tática, mas num dado momento vai fazer água em algum destes princípios fundamentais que são os de toda a vida do Rugby e que nós temos a obrigação de manter.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/Final-Primeiro-Lugar-871.jpg" rel="lightbox[855]"><img class="aligncenter size-full wp-image-864" title="Final Primeiro Lugar (87)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/Final-Primeiro-Lugar-871.jpg" alt="" width="435" height="282" /></a></p>
<p style="text-align: center;">10/07/2010 &#8211; Final do Campeonato Mineiro, os times se cumprimentam antes de ir ao 3º tempo</p>
<p><strong>ESTE ARTIGO ESTA DIRIGIDO AOS ENCARREGADOS DAS EQUIPES, MAS ACREDITAMOS QUE É MUITO IMPORTANTE QUE OS JOGADORES, FUTUROS JOGADORES E PRINCIPALMENTE AS FAMILIAS O LEIAM.</strong></p>
<p><strong>Ing. Carlos Villegas</strong><strong> </strong></p>
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		<title>ATENÇÃO: Treino de sábado dia 21/08/2010</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 03:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rugby Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Ocorreram algumas mudanças nos treinos do próximo sábado, dia 21 de agosto de 2010. Enquanto o treino do infantil será na UFMG, às 11:00h como sempre, as equipes juvenil/intermédia e feminino treinarão no CEFET-MG às 14:00h. O time adulto masculino treinará no CEFET-MG às 15:00h. ATENÇÃO: os treinos do próximo sábado dia 21/08/2010 foram alterados!!! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ocorreram algumas mudanças nos treinos do próximo sábado, dia 21 de agosto de 2010. Enquanto o treino do infantil será na UFMG, às 11:00h como sempre, as equipes juvenil/intermédia e feminino treinarão no CEFET-MG às 14:00h.</p>
<p>O time adulto masculino treinará no CEFET-MG às 15:00h.<span id="more-849"></span><br />
ATENÇÃO: os treinos do próximo sábado dia 21/08/2010 foram alterados!!!</p>
<p><strong>Infantil: </strong>o treino será na UFMG, às 11:00h como sempre.</p>
<p><strong>Feminino:</strong> o treino será no CEFET-MG, às 14:00h.</p>
<p><strong>Masculino Juvenil e Intermédia:</strong> o treino será no CEFET-MG, às 14:00h.</p>
<p><strong>Masculino principal:</strong> o treino será no CEFET-MG, às 15:00h.<br />
<center><br />
<iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=cefet+mg+belo+horizonte&amp;ie=UTF8&amp;hq=cefet+mg&amp;hnear=Belo+Horizonte+-+Minas+Gerais,+Brasil&amp;ll=-19.930074,-43.978465&amp;spn=0.008896,0.013626&amp;z=14&amp;iwloc=A&amp;cid=16865917855816659309&amp;output=embed"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=embed&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=cefet+mg+belo+horizonte&amp;ie=UTF8&amp;hq=cefet+mg&amp;hnear=Belo+Horizonte+-+Minas+Gerais,+Brasil&amp;ll=-19.930074,-43.978465&amp;spn=0.008896,0.013626&amp;z=14&amp;iwloc=A&amp;cid=16865917855816659309" style="color:#0000FF;text-align:left">Exibir mapa ampliado</a></small></center></p>
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		<title>Espírito BHR &#8211; O Pilar do BH Rugby</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Travassos</dc:creator>
				<category><![CDATA[BH Rugby]]></category>

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		<description><![CDATA[O PILAR DO BH RUGBY Impa (Jorge Gabriel Imparato) não é apenas o pilar pela sua posição em campo, ele é o pilar da nossa instituição porque, após terem feito os alicerces, apareceu ele para ser a coluna principal da estrutura. Ele é quem está nos treinos, com sol de rachar, com chuva, com frio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O PILAR DO BH RUGBY</strong></p>
<p>Impa (Jorge Gabriel Imparato) não é apenas o pilar pela sua posição em campo, ele é o pilar da nossa instituição porque, após terem feito os alicerces, apareceu ele para ser a coluna principal da estrutura. Ele é quem está nos treinos, com sol de rachar, com chuva, com frio, com vontade, com preguiça&#8230; Ele segurou o time quando parecia que iria acabar, quando os compromissos não deixavam quase ninguém treinar. Ai estava Jorgito, firme, dando o treino, para dois, cinco ou cem atletas, sendo político e mediador nos problemas interpessoais dos integrantes.</p>
<p>Um amante incondicional do Rugby, mais um menino que deu quase uma vida por este esporte. Um privilegiado, pois ganhou plena confiança, respeito, admiração e a amizade de todos. Admirado em qualquer campo e respeitado por todos os adversários&#8230; Um touro na hora de levar o time para frente, um doido na hora de brincar, e um Amigo (com A maiúsculo) na hora de te levantar do chão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/grito.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-822" title="grito" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/grito.jpg" alt="" width="412" height="308" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Final de um treino no 12ºBI</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">a</span></p>
<p>Imparato é um menino gigante, com um coração incansável, com uma paixão pelo próximo que nem ele conhece, um homem que com sua entrega, deixa todos desconcertados, ninguém compreende como alguém pode dar tanto por nada. Mas tudo isso que o mundo enxergar como nada, é muito para quem foi criado, pela graça de Deus, dentro de uma cultura que valoriza a amizade, o trabalho em grupo, o trabalho social e a paixão por se sentir parte de um sonho comum&#8230;</p>
<p>Este é o Head-Coach, companheiro e amigo do Belo Horizonte Rugby.</p>
<p><strong>A que idade você começou a jogar Rugby?</strong></p>
<p>Aos nove anos, no S.I.T.A.S., no Palomar, Província de Buenos Aires.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/Sitas.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-825" title="Sitas" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/Sitas.jpg" alt="" width="575" height="321" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Jorge no S.I.T.A.S</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Como você chegou a Belo Horizonte?</strong></p>
<p>Minha esposa é daqui, eu a conheci em Porto Seguro, BA e vim atrás dela.</p>
<p><strong>E no BH Rugby&#8230;? Como você ficou sabendo da sua existência?</strong></p>
<p>Embora ninguém acredite, foi pela Internet&#8230; (risos) Era a Copa do Mundo de 2003, eu nem sabia que existia Rugby no Brasil, escutava mensagens de pessoas nas transmissões, ai comecei a pesquisar na Internet e achei o BH Rugby e comecei em 2004. O primeiro contato foi com Igor Konovaloff pelo telefone, e quando cheguei no treino me recebeu Manuel Schiaffino, que era o treinador.</p>
<p><strong>No S.I.T.A.S. o Sr. foi só jogador?</strong></p>
<p>Não, não, também fui treinador lá&#8230; a partir dos 15 anos até os 23 aproximadamente. Aos 15 anos treinava meninos de 13 anos. No clube estavam precisando demais de treinadores, e eu me coloquei a disposição sem problemas. Não lembro muito bem, acho que eu era da 4ª divisão e eles eram tipo 7ª.<a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/JorgeRugbySITAS.jpg" rel="lightbox[818]"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/JorgeRugbySITAS.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-824" title="JorgeRugbySITAS" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/JorgeRugbySITAS.jpg" alt="" width="505" height="256" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Treinador das categorias de base de S.I.T.A.S. (segundo em pé da esquerda)</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">a</span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p><strong>Que satisfações te deu o Rugby pelo S.I.T.A.S.?</strong></p>
<p>Várias coisas&#8230; Títulos, milhões de amigos e me formar como homem. Como treinador consegui devolver o que o clube tinha me ensinado.</p>
<p><strong>Conta pra nós o que significa Rugby para o Sr.?</strong></p>
<p>É um estilo de vida&#8230; simplesmente isso. É o que aprendi desde moleque, são os fundamentos que utilizei sempre na vida, e acho que sempre me dei bem, alguma que outra escorregada, normal, como todo mundo (risos)&#8230; mas, em geral, sempre me dei muito bem com esses fundamentos, e para mim é isso mesmo, um estilo de vida.</p>
<p><strong>Defina um pouco o que é o “Espirito do Rugby”.</strong></p>
<p>Companheirismo, respeito, e só isso&#8230; O resto é um jogo, e jogo é como qualquer outro. O que te ensinam é a ser amigo, a respeitar ao adversário, ao árbitro&#8230; Tudo, tudo o que envolve o jogo. Pra mim a base é o companheirismo e o respeito.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/PA1200772.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-829" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/PA1200772.jpg" alt="" width="425" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Primeira conquista de um lugar na elite do Rugby brasileiro &#8211; Salvador 13/10/2007</em></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">a</span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>E o que te deu o BH Rugby?</strong></p>
<p>Até agora nenhum tostão&#8230; (risos) Não! A oportunidade de voltar a praticar o esporte que já tinha largado&#8230; E me sentir legal, num país que não é o meu. Após também conseguimos títulos, um milhão e meio de amigos novos, os quais não tinha aqui, e pelo meu jeito de ser com certeza não teria conseguido em outro lugar. Só isso!</p>
<p><strong>Como o head-coach do BH Rugby, e como o pilar desta instituição, o que você recomenda aos moleques que vêm chegando?!</strong></p>
<p>Que para jogar, tem que se sacrificar muito, e tem que estar em todos os treinos, que é o que eu aprendi, e por isto é o que predico. E para algum dia me poder substituir, tem que correr muito atrás&#8230;</p>
<p><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/FichaIMPA.jpg" rel="lightbox[818]"><br />
</a><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/FichaIMPA1.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-847" title="FichaIMPA" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/FichaIMPA1.jpg" alt="" width="643" height="374" /></a></p>
<p><span style="color: #ffffff;">a</span></p>
<p>Como podemos ler na suas palavras, este homem, se coloca dentro do Rugby como um amigo, simplesmente isso, amizade e respeito, é isso o que aprendeu desde menino, e amizade e respeito é o que prega. Sua, alegria, às vezes incompreendida, o torna um líder diferente, brincalhão, sorridente, um educador incansável. Embora tenha um gesto durão, mede cada milímetro das palavras para não ferir ninguém, e para manter a harmonia do grupo. Muito serio na hora de trabalhar e o primeiro na hora de brincar, é um amigo incondicional.</p>
<p>Imparato nasceu em Buenos Aires, se criou dentro do clube S.I.T.A.S., mas hoje é por nós considerado, cidadão honorável da nação beagarugbense.</p>
<p><strong>Depoimentos:</strong></p>
<p>“Jorge é uma das minhas referências no Rugby. Sempre divertido e brincalhão, mas muito sério, dedicado e exigente quando necessário. Admiro isso em uma pessoa, em ter o comportamento certo nas horas certas, comportamento de um &#8220;rugbier&#8221; que o Jorge transmitiu e certamente transmite para todos. A sinceridade é marca registrada dele: quando era preciso chamar a minha atenção propriamente, me chamava e falava o que precisava ser falado. Sabia dos limites de cada atleta, sabia até onde podia contar com ele e exigia este limite. Um ótimo líder e exemplo para todos como pai, profissional e &#8220;rugbier&#8221;. Dentro do campo, Jorge é de poucas palavras. Diz apenas o necessário, sem se esquecer do respeito e compromisso para com os seus companheiros e adversários.<br />
Obrigado, Jorge.”</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Virgílio “Jaú” Franceschi</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Gerente de Comunicação CBRu</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #ffffff;">a</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/TREINO_10_10-43-1-e1281970216172.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-836" title="TREINO_10_10 (43) (1)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/TREINO_10_10-43-1-e1281970216172.jpg" alt="" width="460" height="306" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Jorge e Ariel, treinador do time feminino do BH Rugby</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #ffffff;">a</span><br />
</strong></p>
<p>“Jorge, aos poucos, mas muito rápido passou de ser meu treinador de Rugby a grande Amigo. Em pouco tempo já confiava a mim uma posição na &#8220;familia&#8221;. Hoje já não sei o que é Rugby sem ele e muito menos amizade sem pensar no “gordito”. Com certeza ele é, não só no Rugby, mas pra qualquer situação, um segundo Pai para mim.”</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Bernardo “Palhaço” Faccion</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Atleta BH Rugby</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #ffffff;">a</span><br />
</strong></p>
<p>“O Jorge foi o meu segundo treinador no clube, com ele aprendi muito, aprendi não só minha base técnica, como sobre o espírito do rugby: disciplina, respeito, confiança, amizade e tantas outras coisas. Quando eu achava que não dava conta, ele tava lá para me mostrar que eu podia muito mais do que imaginava. Acho que foi graças a ele e ao rugby que muitas coisas mudaram na minha vida, para melhor. Por isso, mesmo alguns anos depois de ele deixar de ser meu treinador, eu ainda considero a palavra dele inquestionável, se ele mandar eu pular em um buraco escuro, eu faço. – só para dar uma idéia do tanto que eu confio nele! Obrigada pelos ensinamentos e pelas risadas de sempre.”</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Rita Carvalho</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Atleta BH Rugby</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #ffffff;">a</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/FINAL-COPA-DO-BRASIL-2009-10-e1281970243500.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="aligncenter size-full wp-image-835" title="FINAL COPA DO BRASIL 2009 (10)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/FINAL-COPA-DO-BRASIL-2009-10-e1281970243500.jpg" alt="" width="664" height="412" /></a><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>“O mais importante é sempre ir para adiante”</title>
		<link>http://www.bhrugby.com.br/2010/08/12/%e2%80%9co-mais-importante-e-sempre-ir-para-diante%e2%80%9d/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 19:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rugby Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Tradução: Alejandro Marolla e Luiz Fernando Moura e Castro  Elias Collado era um garoto como qualquer um, até que um dia ele sofreu um acidente que mudou completamente o rumo da sua vida. A poucos dias de fazer nove anos, tiveram que lhe amputar parte do seu braço direito, devido ao uso indevido de fogos de artifício. Naquele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Tradução: Alejandro Marolla e Luiz Fernando Moura e Castro</strong><strong> </strong></p>
<p>Elias Collado era um garoto como qualquer um, até que um dia ele sofreu um acidente que mudou completamente o rumo da sua vida. A poucos dias de fazer nove anos, tiveram que lhe amputar parte do seu braço direito, devido ao uso indevido de fogos de artifício. Naquele março de 1989 começava seu 3º ano do primeiro grau e agora reconhece que <em>&#8220;pela sábia decisão da minha família comecei normalmente, tive que aprender a escrever e me desenvolver do zero.</em><em> </em><em>Eu era destro, o que significou muito trabalho para voltar a escrever. &#8220;</em> </p>
<p>Atualmente tem 29 anos, estuda direito e trabalha em uma promotoria penal. Ele vive poupando para gastar o seu dinheiro viajando, foi duas vezes à Europa, percorreu vários países da América e em janeiro deste ano esteve na Ásia visitando Índia, Tailândia, Vietnã e um pouco da Malásia. </p>
<p>O melhor desta história é que Elias é um exemplo de superação absoluta, pois apesar das adversidades, decidiu se tornar um jogador de rugby. E assim, a partir de seus 13 anos, joga no clube Curupaytí, de Hurlingham (Buenos Aires, Argentina). Ele reconhece que a vida não voltou a ser normal, mas também não foi algo terrível. Se denomina como &#8220;diferente&#8221;, mas faze tudo o que as pessoas &#8220;normais&#8221; fazem. Segundo suas próprias palavras: <em>&#8220;Até sou jogador de rugby, ha, ha&#8221;</em>. </p>
<p>Por gentileza da Srta. Mariana Chapotot lhes apresentamos esta história de vida para refletir e dizer que sempre podemos ir adiante. Só depende de nós.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/elias-1.bmp" rel="lightbox[810]"><img class="aligncenter size-full wp-image-811" title="elias 1" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/elias-1.bmp" alt="" width="376" height="409" /></a></p>
<p> </p>
<p><strong>Com que idade você começou a jogar rugby e por quê?</strong></p>
<p>Comecei aos 13 anos porque o meu irmão mais velho jogava na escola. Mas quando eu tinha a idade para começar a jogar na minha escola já não tinha mais rugby. Então, por meio de um colega que já jogava em “Curupa”, fomos para o clube.</p>
<p><strong>Os meninos, geralmente, tendem a ser cruéis. Você se sentia discriminado quando entrou no clube? </strong></p>
<p>Realmente nunca senti nada parecido com a discriminação. Eu aprendi a jogar como todos os meninos da minha idade, e era mais um, nem o melhor, nem o pior. E comecei a lutar, como todos, a lutar por meu lugar e, com muito esforço e sacrifício, consegui. Joguei todos os campeonatos juvenis de fullback e na M-19 comecei a jogar de terceira linha. Acho que virei meio carroça.</p>
<p><strong>Você se lembra como foi o seu primeiro treino e seu primeiro jogo? </strong></p>
<p>Meu primeiro treino me pareceu super curto, foi tudo tão divertido, e o ambiente era ótimo. Estava com alguns amigos da escola, além de tudo, no outro sábado teríamos jogo e&#8230; Nossa!, na sexta-feira me colocaram no time, estreei em Curupa contra o Caranchos de Rosario. E como quase todos os que chegamos ao Rugby, joguei de wing. Nunca vou me esquecer, além de mais, estreei perdendo.</p>
<p><strong>Não te deu medo pensar em jogar rugby sendo &#8220;diferente&#8221;?</strong></p>
<p>Acho que a chave é que nunca me senti diferente, é mérito da minha família, que nunca me fizeram sentir assim. O medo que eu tinha era o normal, aquele que  todos tem.</p>
<p><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/elias-2.bmp" rel="lightbox[810]"><img class="aligncenter size-full wp-image-812" title="elias 2" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/elias-2.bmp" alt="" /></a></p>
<p><strong>Como foi sua estréia na primeira equipe?</strong><strong> </strong><strong><br />
</strong>Foi um 12 de outubro com GEBA pela <em>“Reubicación”</em>. Foi bem emocionante para mim, pesava 72 kg, muito pouco para a minha posição. Foi um jogo muito duro que perdemos por um ponto, eu nunca vou esquecer o que senti. Foi a coroação de muitíssimos anos de treinamento, sacrifício e dedicação. Já era capitão da intermédia a duas temporadas e ficava sempre como substituto da Primeira. Por isto, para mim, foi como atingir “o objetivo&#8221; e assim cumprir o sonho de todo jogador de rúgbi, entrar na Primeira de seu clube.</p>
<p><strong>Como é a sensação de ter a distinção de capitão e ser o referente do grupo?</strong><strong> </strong><strong><br />
</strong>Fui o capitão da Intermédia por dois anos e meio. Acho que foram vários fatores: em primeiro lugar, tínhamos um grande grupo; estávamos todos desesperados para jogar na Primeira, fazendo com que cada um tentasse dar o máximo a cada jogo. Foi uma honra enorme, mas tinha que reforçá-la a cada partida com tackles e muito jogo&#8230;</p>
<p><strong>Você sente que dá alguma vantagem ao adversário, em algum aspecto do jogo?</strong><strong> </strong><strong><br />
</strong>Acredito que não. Mas se me atacam pelo ombro ruim os tackleio mais ou menos. Mas pelo lado bom, os desmonto (risos). </p>
<p><strong>Os teus colegas te &#8220;protegem&#8221; ou já estão acostumados e no campo você é mais um?</strong><strong> </strong><strong><br />
</strong>Acho que dentro do campo todos nos cuidamos um pouco. Mas eu faço mais o estilo de quem protege do que o protegido (risos).</p>
<p><img title="elias 3" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/08/elias-3.bmp" alt="" /></p>
<p><strong>Você conhece a Nicolás Pueta, o menino que joga rugby em uma perna no clube San Andrés?</strong><strong><br />
</strong>Conheço sua história e o vi jogando várias vezes. Nós nunca jogamos contra.</p>
<p><strong>Qual é a sua opinião?</strong><strong><br />
</strong>Eu acho ele um gênio, um exemplo de verdade. A sua deficiência é um verdadeiro impedimento. Meu problema, perto ao dele, é apenas um detalhe. Ele luta até a morte e merecem todo o meu respeito, como o respeito de todos os jogadores. Além disso, há alguns anos, foi nomeado embaixador do IRB e fiquei muito feliz. Ele merece esse reconhecimento.</p>
<p><strong>Quais são seus teus objetivos no esporte e para teu clube?</strong></p>
<p>Deus queira que possamos ver a Curupa jogar nas divisões mais acima nos próximos anos. Pessoalmente quero treinar um pouco mais intensamente para a próxima temporada. Minha idéia é jogar rugby durante vários anos ainda.</p>
<p><strong>O rúgbi mudou sua vida de algum jeito?</strong><strong> </strong><strong>Como?</strong><br />
O rugby ensina que você sempre tem que ir adiante, aconteça o que acontecer. Te ensina que é melhor perder jogando com os amigos, do que ganhar jogando com estranhos. Te ensina que para avançar as vezes temos que retroceder um pouco, mas só para ganhar impulso. E, acima de tudo, nos ensina que você pode cair mil vezes, mas você tem que se levantar mil e uma.</p>
<p><strong>Dois exemplos de vida</strong></p>
<p>Nicolás Pueta, diferentemente de Elias, nasceu com malformação congênita: uma deficiência focal proxima do fêmur. É por isso que tem a perna esquerda mais curta que a direita. Mas, como Elias, nada o impediu de realizar seu maior desejo: ser um jogador de rugby. Foi assim que desde seus 15 anos ele joga rugby no clube San Adrés. Dois exemplos de vida e superação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Por: Mariana Chapotot</strong><strong><br />
</strong><a href="mailto:info@rugbyshow.net"><strong>info@rugbyshow.net</strong></a><strong><br />
<a href="http://www.rugbyshow.net">www.rugbyshow.net</a> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong></strong></p>
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		<title>Espírito BHR &#8211; A Origem: Igor Konovaloff</title>
		<link>http://www.bhrugby.com.br/2010/08/04/espirito-do-rugby-a-origem-igor-konovaloff/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 17:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[BH Rugby]]></category>

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		<description><![CDATA[As publicações que veremos na seção Espírito BHR, não são simplesmente reportagens. Tentaremos com estas reviver e manter viva a curta e, mesmo assim, vasta história do nosso Clube. Particularmente acredito que para manter uma identidade, temos que valorizar nossos jogadores pioneiros e nossos modelos. Para começar a iluminar este canto oculto do nosso clube, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As publicações que veremos na seção Espírito BHR, não são simplesmente reportagens. Tentaremos com estas reviver e manter viva a curta e, mesmo assim, vasta história do nosso Clube. Particularmente acredito que para manter uma identidade, temos que valorizar nossos jogadores pioneiros e nossos modelos.<br />
<span id="more-772"></span>Para começar a iluminar este canto oculto do nosso clube, acredito que ninguém mais acertado que nosso mentor, nosso eterno presidente, nosso Igor Konovaloff.</p>
<p style="text-align: right;"><strong> Por: </strong>Daniel Alejandro Marolla<br />
<strong> Edição:</strong> Luiz Fernando Moura e Castro</p>
<p>O Urso Siberiano é um homem desses que parecem casca grossa, durão, forte, e com o dom de liderar. Se impõe com sua atitude e com sua facilidade de palavras, claro e conciso em seus comandos. Foi o primeiro presidente e sócio fundador do Belo Horizonte Rugby… e acreditem, lá no começo, até hoje não compreendo como ele conseguia camisas, shorts, lugar para treinar, etc. Era tudo a pulmão, na raça, ninguém nos dava nada. Quem daria algo para um bando de loucos jogando um “futebol americano” sem proteção? (assim definido pelos leigos que passavam pela Barragem de Santa Lúcia).</p>
<p>Embora sua humildade não o deixe reconhecer, ele foi o fundador que fez acontecer, não porque os outros não tenham feito, todos foram importantes nesta história, mas foi ele que montou no cavalo selvagem e o domou, o colocou no seu lugar, sob seu comando, e começou a caminhar com ele, com um rumo que todo rugbier conhece… sempre para frente. Para aqueles que não têm o prazer de conhecê-lo, ou para os que só conhecem seu perfil durão, venho com esta matéria lhes apresentar um homem diferente, sensível, aquele que poucos conhecem de verdade. O nosso eterno presidente… <strong>(<strong><a href="http://www.bhrugby.com.br/espirito-bhr/a-origem-igor-konovaloff/" target="_self">continua</a></strong>)</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Para ver a publicação completa, </strong><a href="http://www.bhrugby.com.br/espirito-bhr/a-origem-igor-konovaloff/" target="_self"><strong>clique aqui</strong></a><strong>.</strong></p>
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		<title>O scrum como filosofia de jogo</title>
		<link>http://www.bhrugby.com.br/2010/07/29/scrum-como-filosofia-de-jogo/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 19:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rugby Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[    &#8220;O scrum junto com o tackle são dois aspectos distintivos do jogo do rugby. Na filosofia do San Isidro Clube, o scrum é a base do jogo dos atacantes, é o ponto de partida para a construção de um pack e um meio ideal para conseguir a disciplina individual e de conjunto dos forwards. Deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>   <strong>&#8220;O scrum junto com o tackle são dois aspectos distintivos do jogo do rugby. Na filosofia do San Isidro Clube, o scrum é a base do jogo dos atacantes, é o ponto de partida para a construção de um pack e um meio ideal para conseguir a disciplina individual e de conjunto dos forwards. Deve ficar bem claro que o scrum é um meio e não um fim em si mesmo, onde todos os atacantes aprendem a atuar em conjunto ao serviço da equipe. É muito importante a obtenção da bola nesta formação, mas ainda mais importante é ganhar a batalha psicológica que se propõe cada vez que dois packs entram em contato para disputar um scrum.&#8221;  </strong></p>
<p>   Pelos treinadores argentinos Juan José Angelillo e Horacio De Martini  </p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter" src="http://sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs380.snc3/24266_1365919673903_1409002150_1061091_2036204_n.jpg" alt="" width="461" height="307" /> </p>
<dl>foto: Mayra</dl>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"> Para saber um pouco mais sobre a filosofia do scrum, podemos dar uma olhada no pensamento desses dois treinadores:  </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;">  JUAN JOSÉ ANGELILLO </p>
<p style="text-align: center;">  <em>Hooker que começou no do San Isidro Clube (SIC) em 1984, prolongando sua atuação até fins da década do &#8217;90, também integrou o selecionado de Buenos Aires e Los Pumas.</em>  </p>
<p>  Devemos entender que a formação (o scrum) é só a ponta do icebergue, a formação é o que se vê, mas por trás disto existe todo um espírito de jogo, uma forma de fazer as coisas que vão além da simples formação, mas que fazem o jogo em seu conjunto, fazem o rugby, formatam uma maneira de encarar cada desafio.  </p>
<p>  Não é o aspecto formal o relevante do scrum, quando o SIC começou com esta filosofia muitos clubes, especialmente do interior, tentaram copiar o que nós fazíamos, desde o aspecto técnico, a posição do corpo, a posição das pernas, o empurrar de modo coordenado, a &#8220;abaixadinha&#8221; etc. Marcou-se muito a técnica e as formas, mas não conseguiram ver que por trás da formação existe toda uma cultura.  </p>
<p>  Existem elementos que com o convencimento se transformam em crenças muito difíceis de enfrentar: Fé + Confiança + Atitude, transformam-se num círculo virtuoso que melhora o treinamento e conseqüentemente o jogo, e não só melhoramos tecnicamente o scrum como um grupo mas também em seus subgrupos (primeira linha, segunda linha, terceira linha, eixo esquerdo, eixo direito, eixo central).  </p>
<p>  Começamos a compreender e aplicar aspectos que não têm a ver com a técnica mas fazem parte do todo, aprendemos a respeito da solidariedade, aprendemos a respeito da comunicação, aprendemos a respeito do pack como conjunto de jogadores que lutam por um objetivo comum.  </p>
<p>  Esta cultura promove valores que são aplicados em qualquer aspecto de nossas vidas; valores de concentração, de visualização, de comunicação; promovendo a atitude de antecipar-se ao que vai acontecer para estar preparado e alerta antes que as coisas sucedam.  </p>
<p>  O primeiro que se ensina do scrum, são coisas que não têm a ver com ele, como por exemplo ter a indumentária apropriada para a prática, desde a camiseta até as chuteiras, e desde o calção até as travas apropriadas.  </p>
<p>  E tudo isto repercute diretamente na performance que teremos depois diante das condições de adversidade da partida, mas não é tudo. De fato, num jogo, quando temos uma situação de scrum, a equipe do SIC começa a se posicionar bem antes, fazendo com que a cultura e a crenças, bem como nossa filosofia e nossos valores surjam espontaneamente; visualizamos com antecipação o que vai ocorrer, e são oito vontades que conhecem à perfeição qual é sua responsabilidade e tarefa. Dessa forma convergimos para um melhor desenvolvimento.  </p>
<p>  No SIC ensinamos princípios e valores que vão ser utilizados durante toda a partida e em todas as situações que ocorram. Com estes princípios e valores podemos compreender coisas que de outra maneira seria impossível. Compreendemos que quando um jogador está tecnicamente abaixo do pack, todos os fowars sofrem, e quando o pack sofre o Time sofre.  </p>
<p>  Tudo é simples mas necessário, os detalhes fazem ao diferença no scrum.  </p>
<p>  Temos a cultura do detalhe, da atitude, da predisposição, do ânimo.  </p>
<p>  O scrum tem a particularidade de fazer crescer estes valores, e os jogadores melhoram sua atitude, isso os leva a melhorar as equipes. Obviamente, quando melhoram as equipes melhoram as categorias de base e assim conseqüentemente conseguimos melhorar o jogo do clube todo. Tudo isso apontando ao crescimento e a educação, e o SIC é um clube que cresceu a partir de seus jogadores e a partir da educação.  </p>
<p>  Partindo de tudo o que falamos é que podemos começar a falar da técnica do scrum. Sem compreender o antes mencionado, só temos uma parte de toda esta cultura. Recordo que jogando no selecionado de Buenos Aires, tocava-nos jogar com Tucumán em campo do CASI. Ali um dos segundas linhas era Brian Anthony, ainda jogador de San Andrés. Enquanto estávamos no vestiário notei que as travas de Brian não eram ideais para o estado do campo, eram boas travas mas não para essa partida. Então lhe pedi que mudasse as travas, e assim o fez. Durante um longo momento estivemos a 5 metros do nosso in-goal, defendendo o que parecia uma iminente derrota. Num momento, já terminando a partida, sancionam um scrum a favor de Tucumán que tinha um pack poderoso, &#8230; e o ganhamos. Conclusão: se Brian não tivesse mudado essas travas, teriamos terminado espalhados dentro do nosso in-goal. Por isso dizemos que os detalhes são os que desenvolvem nossa cultura. Chegar a tempo, estar atenciosos, concentrados, com a indumentária correta, com predisposição, com atitude, com espírito de ajuda, são detalhes que marcam a diferença no final. Não é a técnica que marca a diferença mas &#8220;como&#8221; fazemos as coisas.  </p>
<p> &#8221;No momento que achamos que a temos (a bola) a perdemos&#8221;, isto nos ensina a cultura do SIC. O conceito é saber que nunca estamos perfeitos, sempre há mais,&#8230; no SIC culturalmente nunca ficamos quietos. </p>
<p>  Obviamente o que tem que ficar claro para poder ser transmitido é o &#8220;por que&#8221; das coisas. A explicação pedagógica de hoje deve incluir o sentido, o por que. Caso contrário não atinge, não soma, não educa. Não se pode ensinar mística senão com uma mensagem clara e convincente. Filosofia e jogo deveriam ser uma coisa só. </p>
<p>  Hoje é necessário fazer uma síntese entre Valores, Cultura, Princípios e Técnica. </p>
<p style="text-align: center;"> HORACIO DE MARTINI </p>
<p style="text-align: center;"> <em>Ex jogador do plantel superior durante a década do &#8217;60, treinador de equipes juvenis e da primeira equipe junto com Dom Catamarca Ocampo e Veco Villegas na década do &#8217;70. Participou da primeira mudança do San Isidro Clube (SIC) e foi membro do plantel que viajou a África do Sul convidado pelo rugby desse país nos início dos anos &#8217;70. Membro da Comissão Diretiva do SIC e exitoso homem de família e negócios.</em> </p>
<p style="text-align: left;"><strong>N</strong>ós chegávamos ao clube e sabíamos que quem nos dirigia, cuidava de nós. Convivíamos com os fundadores do SIC que nos diziam que este era o melhor clube do mundo. Tinha um princípio de amizade muito profundo. </p>
<p> O SIC não tinha uma escola ortodoxa de rugby, o único que estava claro era que os Fowards deviam conseguir a bola e os Backs correr com ela. Até que se decidiu trazer a Dom Francisco Ocampo que já tinha passado por outros clubes ( Obras, Olivos, San Fernando, Liceo ), mas nunca encontrou matéria prima para desenvolver sua famosa técnica de Scrum. E no SIC encontrou, encontrou bons jogadores, inteligentes e com fome de melhorar. E ali começamos a aprender esta cultura, esta filosofia, esta forma de fazer as coisas. Dom Catamarca era um filosofo que não só ensinava técnica de Scrum, como também tudo relacionado aos valores e princípios. Ali aprendemos dois aspectos básicos: </p>
<ul>
<li>Aprendemos graficamente que o scrum devia ser um único dorso (costas).</li>
<li>Aprendemos que a flexão devia ser homogênea.</li>
</ul>
<p> Um ponto importante era que tudo isto funcionava apenas se existia concentração e isto significa que tanto o adversário como o juiz, não existiam. Não se falava com o árbitro, nem se discutia com o adversário, nem podia ter má condutas para garantir a concentração. E com o tempo isto chegou a ser um caráter distintivo das equipes do SIC, sua disciplina e concentração. Este pequeno detalhe fez com que muitas equipes do SIC sejam consideradas um exemplo a copiar.</p>
<p> Poderão mudar as épocas e os tempos, mas o que nunca vamos permitir é que se alterem os valores principais deste clube.</p>
<p> <strong>Princípios do treinador do SIC</strong></p>
<p>   A) Liderança. Ser líder da divisão que me tocar</p>
<p>   B) Capacitação. Devemos estar à vanguarda do conhecimento</p>
<p>   C) Assumir riscos para o melhoria da equipe</p>
<p> Esperamos que isto nos possa servir para melhorar a qualidade de nosso jogo e por suposto para criar mais e melhores homens de rugby de bem.</p>
<dl><img class="aligncenter" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAHdl34LZWtNBzYmvmx4SjVjhORRHqpEfM-rErSO47EgPWDZo1xf9W93oBd7HJh_DXA3kfuJE86QZaX56GbLXQ4gAm1T1UFyAay_08FX73teWWAA3mNcZPVP3.jpg" alt="" width="800" height="512" /></dl>
<dl>scrum do BH Rugby na final do 1º Campeonato Mineiro &#8211; 2010 Foto: Mayra</dl>
<p>  </p>
<p> Tradução do castelhano ao Português Daniel Alejandro Marolla   </p>
<p> Edição Luiz Fernando Castro   </p>
<p> Belo Horizonte Rugby Clube</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feliz dia do Rugby</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 17:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rugby Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[FELIZ DIA DO RUGBY Por Alejandro “Cabeção” Marolla O criador deste evento foi o professor, músico e dentista argentino Enrique Febbraro, depois que os astronautas Neil Armstrong, Edwin &#8220;Buzz&#8221; Aldrin e Michael Collins pousaram na lua, em 20 de julho de 1969. Para este amigo argentino, o acontecimento deveria ser também uma modo de fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>FELIZ DIA DO RUGBY</em></strong></p>
<p><em><strong><em>Por Alejandro “Cabeção” Marolla</em></strong></em></p>
<p><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/imagem-cabeção.bmp" rel="lightbox[733]"><img class="aligncenter size-full wp-image-734" title="imagem cabeção" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/imagem-cabeção.bmp" alt="" width="454" height="343" /></a></p>
<p>O criador deste evento foi o professor, músico e dentista argentino Enrique Febbraro, depois que os astronautas Neil Armstrong, Edwin &#8220;Buzz&#8221; Aldrin e Michael Collins pousaram na lua, em 20 de julho de 1969. Para este amigo argentino, o acontecimento deveria ser também uma modo de fazer novos amigos em outras partes do nosso planeta. &#8220;Aquele dia&#8221;, disse Febbraro, estávamos todos pendentes da sorte dos três astronautas. Eramos seus amigos e eles amigos do universo&#8221;.</p>
<p>Como você faz um amigo? Onde se acha um?</p>
<p>O professor comentou que em toda parte: no bar, no escritório, em outra cidade do país, ao virar a esquina, na internet, viajando, entre animais e plantas, ou no mundo das idéias. É necessário apenas a vontade de amar, escutar, compreender, se abrir, sentir prazer de compartilhar a sua felicidade e para acompanhá-lo em sua tristeza.<br />
Como se conhece um amigo? &#8220;É fácil, porque você não o vê, o sente&#8221;, disse o nosso amigo Febbraro. Ele também disse: &#8220;Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu colega. Ele me ensina, eu ensino ele.”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/imagem-para-blog-cabeção1.jpg" rel="lightbox[733]"></p>
<div id="attachment_737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 603px"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/imagem-para-blog-cabeção1.jpg" rel="lightbox[733]"><img class="size-full wp-image-737" title="imagem para blog cabeção" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/imagem-para-blog-cabeção1-e1279655175295.jpg" alt="" width="593" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Maíra Vieira</p></div>
<p></a></p>
<p>Nosso esporte é um culto a este milagre chamado “Amizade”&#8230; Como bem fala o Professor Febbraro, amizade é um negocio de informações e sentimentos que vão e voltam&#8230; que a gente compartilha.</p>
<p>No nosso clube fazemos um culto a isto, pois para nós Rugby é amizade, e camaradagem, é cumplicidade, e fundamentalmente é respeito.</p>
<p>Uma vez escutei uma frase que fala tudo: “Amigo não é aquele que nunca fica bravo conosco, que não bate boca&#8230; Amigo é aquele que sabe nos perdoar”&#8230; E isto é o que a gente aprende a fazer a cada jogo, a cada treino&#8230; Perdoar uns aos outros, saber que quando um amigo erra, todos juntos corremos atrás do prejuízo&#8230; porque amigo se sente nessa hora&#8230; quando você mais necessita.</p>
<p>Obrigado por me deixarem ser parte de esta grande família chamada Rugby e por serem meus amigos.</p>
<p><strong>FELIZ DIA DO RUGBY PARA TODOS!!!</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_743" class="wp-caption aligncenter" style="width: 569px"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Feminino-medalhas-16-e1279654204401.jpg" rel="lightbox[733]"><img class="size-full wp-image-743" title="Feminino medalhas (16)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Feminino-medalhas-16-e1279654204401.jpg" alt="" width="559" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Maíra Vieira</p></div>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O BHRC SAGRA-SE PRIMEIRO CAMPEÃO MINEIRO</title>
		<link>http://www.bhrugby.com.br/2010/07/15/o-bhrc-sagra-se-primeiro-campeao-mineiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 19:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Travassos</dc:creator>
				<category><![CDATA[BH Rugby]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alejandro Marolla, 10/07/2010 O jogo começou com muita atitude de ambos os lados, ambas equipes se sentiam que podiam ser os primeiros campeões de minas gerais, titulo que jamais será esquecido na história do Rugby estadual. O Belo Horizonte estava concentrado de um jeito que eu nunca tinha visto antes, o objetivo de todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por </strong><strong>Alejandro Marolla, 10/07/2010</strong></em></p>
<p>O jogo começou com muita atitude de ambos os lados, ambas equipes se sentiam que podiam ser os primeiros campeões de minas gerais, titulo que jamais será esquecido na história do Rugby estadual.</p>
<p>O Belo Horizonte estava concentrado de um jeito que eu nunca tinha visto antes, o objetivo de todos era o mesmo, e dava para perceber em cada jogada. Aos 13&#8242; minuto do primeiro tempo, o capitão do BHR sente o tornozelo e é atendido pelo corpo médico rapidamente, retorna ao campo mancando, com a atitude de um valente, mas já não com 100% das suas capacidades. Quando a torcida pensava que o susto tinha passado, e que não perderiam mais uma peça clave da equipe belorizontina, o médio-scrum se deixa expulsar por jogo-sujo, uma atitude que ele repudia e sempre condena. Mas ai estava ele, fazendo aquilo que sempre impõe não fazer, quando o placar apenas favorecia ao BHR por 3 a 0. Parecia que o jogo se derrubava, que o time não iria conseguir segurar a velocidade dos ¾ do Varginha com um a menos e faltando ainda mais de 75% do jogo.</p>
<p>O Coach do time da capital do estado foi ousado, e tirou um terceira linha para compensar a perda do seu homem, e o jogo continuou&#8230; Seria colocado a prova o valor dos atletas e o preparo físico dos mesmos.</p>
<p>A torcida ficou apreensiva, sem entender como se desenvolveria o jogo, mas não parou de empurrar.</p>
<p>Varginha começou a ganhar no jogo agrupado, onde supostamente, o time preto, branco e laranja deveria ser mais forte, e começou a pressionar no jogo. Mas numa jogada confusa, o ponta Francisco Machado escapa com a bola em seus braços, e quando tudo parecia que a jogada iria morrer num tackle, juntando as marcas assistiu, ao recém ingressado, Paulo vilela, quem correu direto ao ingoal amarelo para apoiar o primeiro try do jogo.</p>
<p>Embora o try convertido colocava o BHR 10 pontos acima no marcador, era difícil saber se este resultado poderia salvar o time de BH de uma possível derrota. Varginha mexia muito bem a bola com seus backs, mas quando tudo dava para pensar que a ovalada chegaria ao final da linha para furar a desfalcada defesa do rival, se encontrava com o ponta do BHR que cobria muito bem sozinho o buraco que sobrava no aberto do time, ou cometiam erros não forçados de handling. Para piorar, o confiável chutador de Varginha errou dois penais, que habitualmente tende a concretizar. Varginha tinha armas, mas não tinha a sorte do seu lado.</p>
<p>Assim foi morrendo a primeira metade, faltava saber se BHR suportaria jogar mais 40 minutos com 14 jogadores e se Varginha teria a tranquilidade para desenvolver o seu jogo aberto, que trazem do seu excelente jogo de seven-a-side. Já colocaram duas mudanças nas suas linhas antes do inicio da segunda metade. O BHR perdia seu capitão, que tinha que ser substituído, pois já não suportava a dor.</p>
<p>No começo do segundo tempo Varginha converteu um penal a favor e demonstrou que não estava para brincadeiras&#8230; se colocava apenas a um try convertido do seu adversário. Isto, pareceu assustar mais a torcida do BH que ao jogadores em campo, porque pareciam nem saber que estavam jogando com um a menos. Os gordos tentavam se impor no jogo agrupado, e os backs utilizavam de todos os recursos para colocar o jogo no campo do Varginha. Bernardo Facione e Daniel Baeta usavam muito bem o pé e as entradas desde o fundo para lastimar a defesa amarela. Quando varginha mexia a bola, se encontrava com os backs beagarugbenses, que não permitiram o avanço, e Varginha continuava com erros no último instante, no último passe.</p>
<p>BHR chegou a mais dois tries com Daniel Baeta e Francisco Machado, um dos quais foi convertido. Os meninos do BHR escapavam do marcador e o tempo ia apagando o sonho da equipe do sul de Minas. Numa jogada inesperada, Varginha golpeia a porta do ingol de BHR com seus forwards, e após algumas fases consegue vulnerabilizar a defesa e apoia seu try, que foi convertido.</p>
<p>O BHR conseguiu a odisséia de ganhar um jogo complicadíssimo, frente a um rival com um grande nível de jogo. O BHR se sagrou o primeiro campeão mineiro em 10/07/2010, em um dia regado a Rugby, com muitas pessoas na arquibancada e uma organização da FMR que não deixou escapar nenhum detalhe. O Varginha Rugby terminou o campeonato com a cabeça levantada, porque mostrou que embora não seja sua especialidade, sabe jogar um Rugby de XV de primeiro nível. O resto dos times mineiros tem duas equipes para espelharem seu desenvolvimento.</p>
<p>No final, a Federação Mineira entregou medalhas a todos os jogadores e troféus para as três primeiras equipes colocadas. Após, os clubes se misturaram em um terceiro tempo para confraternizar, e como não poderia ser de outra maneira, beberam, dançaram, pularam e sorriram todos junto o logro de ter conquistado todos juntos, montar o 1º Campeonato Mineiro de Rugby Union.</p>
<p>Longa vida ao Rugby mineiro, e saúde ao primeiro campeão mineiro de Rugby Union.</p>
<p><strong><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Final-Ouro-BHR-versus-VR-129-e1279222437169.jpg" rel="lightbox[727]"></a><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Final-Ouro-BHR-versus-VR-129-e1279222437169.jpg" rel="lightbox[727]"><br />
</a></strong></p>
<div id="attachment_730" class="wp-caption alignnone" style="width: 347px"><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Final-Ouro-BHR-versus-VR-129-e1279222437169.jpg" rel="lightbox[727]"><img class="size-full wp-image-730" title="Final Ouro - BHR versus VR (129)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Final-Ouro-BHR-versus-VR-129-e1279222437169.jpg" alt="" width="337" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Maíra Vieira </p></div>
<p><strong></p>
<div id="attachment_729" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><strong><a href="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Final-Ouro-BHR-versus-VR-132-e1279222464541.jpg" rel="lightbox[727]"><img class="size-full wp-image-729" title="Final Ouro - BHR versus VR (132)" src="http://www.bhrugby.com.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/Final-Ouro-BHR-versus-VR-132-e1279222464541.jpg" alt="" width="600" height="364" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Foto: Maíra Vieira</p></div>
<p></strong><strong><br />
</strong></p>
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		<title>BH RUGBY CAMPEÃO MINEIRO 2010!</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 13:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Travassos</dc:creator>
				<category><![CDATA[BH Rugby]]></category>

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		<description><![CDATA[BH Rugby é o primeiro campeão mineiro da história por João Gualberto O Belo Horizonte Rugby Clube sagrou-se, neste sábado, 10 de julho, o primeiro campeão mineiro da história. Em um dia de festa dedicado ao rugby, com três partidas oficiais, dois amistosos e arquibancada cheia, a equipe da capital enfrentou o Varginha Rugby no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>BH Rugby é o primeiro campeão mineiro da história</strong></p>
<p><em>por João Gualberto</em><strong><br />
</strong></p>
<p>O Belo Horizonte Rugby Clube sagrou-se, neste sábado, 10 de julho, o primeiro campeão mineiro da história. Em um dia de festa dedicado ao rugby, com três partidas oficiais, dois amistosos e arquibancada cheia, a equipe da capital enfrentou o Varginha Rugby no jogo de fundo e venceu por 22 a 10.</p>
<p>A rodada final do primeiro Campeonato Mineiro de Rugby na categoria XV (formação de 15 jogadores), disputada em Contagem, reuniu as seis bravas equipes que encararam o desafio e participaram do torneio pioneiro no Estado realizado pela Federação Mineira de Rugby. Após os jogos dentro das chaves, os times se cruzaram em três confrontos decisivos.</p>
<p>O primeiro duelo do dia foi travado entre o Vianna JF Rugby, de Juiz de Fora, e o Taurus Rugby, de Uberaba, que disputaram o quinto lugar do campeonato, já que ficaram nas últimas colocações dos seus respectivos grupos. A equipe de Juiz de Fora venceu por 33 a 19 os oponentes do Triângulo em um jogo de bastante disposição dos dois lados, principalmente no primeiro tempo. O JF realizou cinco tries, dos quais conseguiu converter quatro, enquanto o Taurus fez três tries, convertendo dois deles. Os destaques foram o pilar Luis Carriço, do time da Zona da Mata, que foi autor de 11 pontos, e Eduardo Vitali, full-back da formação de Uberaba, que registrou 10 pontos. Assim, o Troféu Bronze ficou com o Vianna JF.</p>
<p>Na partida seguinte, valendo a terceira posição do certame, o Uberlândia Rugby encarou o UFLA Rugby Team, da Universidade Federal de Lavras. Dessa vez, os representantes do Triângulo levaram a melhor, vencendo pela pequena margem de 17 a 14. O jogo foi duro, truncado, com muitas formações fixas e dando trabalho para o árbitro Alejandro Marolla. O Uberlândia registrou e converteu dois tries, além de ter convertido uma penalidade. O UFLA Team também fez dois, confirmando ambos. O principal nome da partida foi o half-scrum do Uberlândia, Lucas Martins, que apesar de todos os choques de que foi vítima, conseguiu marcar sete pontos, ajudando sua formação a conquistar o Troféu Prata.</p>
<p>Ao final da partida, o abatimento do time do Sul de Minas foi visível e vários atletas deixaram o gramado chorando. Apesar de ter sido uma cena comovente, sintetizou fielmente a disposição e o engajamento com que todos os jogadores entraram em campo no fim de semana.</p>
<p>Na grande final, o BH Rugby e o Varginha Rugby disputaram o Troféu Ouro, já que se classificaram em primeiro lugar nas suas chaves, com duas vitórias cada na fase inicial. Desde os 14 minutos do primeiro tempo, a equipe da capital jogou com um homem a menos. O árbitro Juan Manuel Pardal expulsou o meio-scrum Alessandro Travassos por entender que houve agressão a um oponente em um ruck. O placar final, de 22 a 10, não chegou a refletir o equilíbrio de forças e a divisão de posse de bola, que se mantiveram nos 80 minutos.</p>
<p>O BH Rugby superou o Varginha fazendo três tries, mas convertendo dois. Além disso, confirmou uma penalidade. O time campeão teve três destaques: o abertura Daniel Baeta, principal pontuador da partida (12 no total), o oitavo Luiz Castro, sempre aguerrido, e o ponta Francisco Machado, autor de um try e preciso no bloqueio aos adversários em momentos decisivos. Do time do Sul, o ponta Rogério Brito registrou cinco pontos e, por várias, vezes, levou perigo ao gol do BH com cobranças de penais ou tentativas de drop goals.</p>
<p>Além dos três jogos oficiais, foram realizados dois amistosos femininos na formação de sevens, disputados entre o BH Rugby e o Vianna JF Rugby. Ao final do evento, um dia dedicado ao rugby, todos os atletas participantes receberam medalhas e as três melhores equipes levantaram os troféus.</p>
<p><strong>Classificação final do 1° Campeonato Mineiro de Rugby</strong></p>
<p>1° lugar BH Rugby<br />
2° lugar Varginha Rugby<br />
3° lugar Uberlândia Rugby<br />
4° lugar UFLA Rugby Team<br />
5° lugar Vianna JF Rugby<br />
6° lugar Taurus Rugby</p>
<p><strong>RESULTADOS</strong></p>
<p><strong>Final Bronze:</strong><br />
Vianna JF Rugby 33 x 19 Taurus Rugby<br />
Vianna JF (5 tries e 4 conversões)<br />
Taurus (3 tries e 2 conversões)</p>
<p><strong>Final Prata:</strong><br />
Uberlândia Rugby 17 x 14 UFLA Rugby Team<br />
Uberlândia (dois tries, duas conversões e 1 penal)<br />
UFLA (dois tries e 1 conversão)</p>
<p><strong>Final Ouro:</strong><br />
BH Rugby 22 x 10 Varginha Rugby<br />
BH (três tries, duas conversões e 1 penal)<br />
Varginha (1 try, 1 conversão e 1 penal)</p>
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