Rugby e Crossfit = ???


O que acontece quando você mistura rugby e crossfit? O BH Rugby e o Ares Crossfit toparam o desafio. #descubra

Em MG também tem Beach Rugby!


O UNI/BH Rugby participou do primeiro torneio de Beach Rugby do estado de Minas Gerais, e a equipe feminina já começou o ano levantando o caneco!

Temporada 2018


A temporada 2018 já começou! Venha fazer parte do maior e mais tradicional time de rugby de Minas Gerais.

BH Rugby

ATENÇÃO: Local do jogo contra o Niterói, em 24/09/2011

EM by Fernando Guerra | BH Rugby | Comente  

A diretoria do BH Rugby vem informar a seus atletas e torcedores, que o jogo do próximo sábado, dia 24/09/2011, contra o Niterói será realizado no tradicional Campo do Reinaldo, em Nova Lima. Os treinos das demais categorias do clube também serão realizados no mesmo local. Abrir

BH Ruby joga neste sábado para se manter na elite

EM by Alessandro Travassos | BH Rugby | Comente  

Enquanto a Copa do Mundo de Rugby rola do outro lado do planeta, na Nova Zelândia, no Brasil, o Super 10 chega à sua fase final. O Belo Horizonte Rugby Clube, único representante de Minas Gerais na elite nacional do esporte, encara um dos maiores desafios deste ano: entrar em campo para garantir sua permanência na competição em 2012.

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BH Rugby perde para o Bandeirantes

EM by Fernando Guerra | BH Rugby, Quad-rugby | Comente  

O pequenino campo da BandArena abrigou o confronto entre paulistas e mineiros em uma (surpreendentemente!) tarde ensolarada de sábado. Em tese as dimensões reduzidas favoreceriam o jogo de base, porém o que se viu foi uma partida bastante aberta, de muitas infiltrações e passes longos.

Após ter recebido o kick off a equipe belorizontina começou pressionando os paulistas pela lateral direita do gramado e teve a chance de abrir o placar através de um penal desperdiçado pelo abertura Daniel Baeta. A resposta foi imediata, na sequencia da jogada o Bandeirantes avançou até a linha de 22m dos visitantes e obteve seu primeiro penal do dia, muito bem convertido pelo segundo centro Juli Menutti.

A equipe paulista parecia jogar relaxada, dando a impressão de que poderia marcar os pontos no momento que quisesse. Felizmente o rugby não perdoa desatenções. Aos 7’ o ponta mineiro Pedro Olavo interceptou a bola em rápida troca de passe bandeirantina e não teve dificuldades para correr até o in goal adversário. Conversão efetuada e BH Rugby tomava a frente do placar, 03 x 07.

O inesperado golpe despertou os paulistas que passaram a dedicar maior seriedade na condução do jogo. Em rápido contra-ataque a linha vermelha conseguiu bela infiltração e a bola sobrou para o centro Juli Menutti anotar o primeiro try dos mandantes, convertido pelo mesmo. 10 x 07 no placar e muito equilíbrio dentro de campo. Mais uma vez a resposta mineira não tardou a chegar, Daniel Baeta deixou tudo igual no placar com penal convertido pela extrema esquerda, 10 x 10!

A batalha no meio de campo permaneceu intensa durante quase toda a primeira etapa, sobretudo no scrum, onde o Bandeirantes encontrou um rival a altura, entretanto os paulistas, com maior posse de bola, protagonizavam as jogadas mais agudas, chegando varias vezes às proximidades do in goal alvinegro. O BH Rugby respondia as seguidas ameaças através de diversos penais não convertidos chutados aos postes, pontos desperdiçados que poderiam ter mudado o rumo da partida.

Já aos 31’ do primeiro tempo, em bela jogada do half scrum neozelandês Jake, o Bandeirantes chegou ao segundo try do dia com o abertura argentino Pedro Bazan. 17 x 10. Com a vantagem construída os mandantes souberam ter tranquilidade para explorar as fraquezas adversárias e antes do apito anotaram o terceiro try com o fullback Gabriel Clauzet, além de penal novamente convertido por Juli Menutti já nos acréscimos. Final do Primeiro Tempo: Bandeirantes 27 x 10 BH Rugby.

Se o primeiro tempo foi marcado por grande equilíbrio entre as equipes, sobretudo nos scruns e line out’s, a etapa complementar foi marcada pelo amplo domínio bandeirantino. Mendiante domínio quase exclusivo da posse de bola, os paulistas assumiram o controle da partida e aproveitaram-se das falhas defensivas mineiras, sobretudo nos tackles, para construir o elástico placar.

Os visitantes ainda esboçaram uma reação tardia e aos 16’, após oito fases sobre a linha de in goal, anotaram o único ensaio do BH Rugby na segunda etapa com o primeira linha José Queiroz, convertido novamente por Daniel Baeta. O ímpeto mineiro, apesar de honroso, não foi suficiente para suplantar a superioridade técnica do Bandeirantes que com tries de Juli (3), Keith (2), Sean (2), e Bernardo (1) fecharam a conta em favor dos paulistas. Bandeirantes 63 x 17 BH Rugby.

O Minas Rugby destaca a atuação de Juli Menutti, segundo centro paulista e atleta recém cortado da seleção brasileira de Sevens, como o melhor jogador em campo, seguido de seus companheiros de time Jake e Pedro Bazan, respectivamente half scrum e abertura, médios que souberam conduzia com maestria sua equipe. Pelos mineiros o destaque ficou mais uma vez com a primeira linha que definitivamente provou-se uma das melhores do Brasil, merecedora de elogios inclusive do treinador da equipe adversária.

O próximo desafio do BH Rugby será no dia 24/09 frente a equipe do Niteroi RC ainda em local indefinido. Últimos colocados em seus respectivos grupos, as tradicionais equipes duelaram para fugir da ingrata repescagem frente ao campeão da Copa do Brasil 2.011. Vale lembrar que no mês de Julho os times enfrentaram-se em Belo Horizonte e o resultado não foi nada animador: 08 x 26 para os cariocas.

O BH Rugby enfrentou o Bandeirantes com os seguintes atletas:

Titulares:
15 Felipe Castro, 14 Pedro Olavo, 13 Sérgio Mollica, 12 Santiago Simon, 11 Paulo Vilela, 10 Daniel Baeta, 9 Patrice Perrier; 8 Filipe Gibran, 7 Thiago Freire, 6 Luiz Castro, 5 Arthur Pitchon, 4 Humberto Martins, 3 José Augusto, 2 Lucas Israel, 1 Jorge Imparato.
Suplentes: 16 Vitor Vogas, 17 Daniel Augusto, 18 Fernando Guerra, 19 Bruno Verçosa, 20 Fernando César, 21 Álvaro Menna

Relatos sobre o amistoso Feminino x Cadeirantes

EM by Alessandro Travassos | BH Rugby | 1 comentário

Embora esteja no BHR já há quase um ano, ainda não tinha tido contato com o quad. Quando surgiu a proposta do amistoso, fiquei muito animada. Seria uma oportunidade excelente pra conhecer o esporte. Não sabia o que esperar e, a princípio, fiquei bastante tímida. Nunca sequer tinha me sentado em uma cadeira de rodas, não sabia controlá-la e fiquei só pensando no mico que eu pagaria na frente dos times. No entanto, quando entrei em quadra, não queria mais sair. Não só eu: se fosse pelo time feminino, haveria um amistoso desses todo mês. Por fim, até o Tristeza (Felipe Batista), que só tinha ido assistir, acabou participando. Depois de levar uma lavada – e eu tenho certeza de que o time de quad segurou as pontas pra nós não sofrermos uma derrota maior -, o jogo terminou, deixando todas nós querendo mais. Teríamos jogado por mais quatro horas, se pudéssemos. Saí de lá apaixonada pelo esporte. Lamento apenas a pouca visibilidade do esporte no país. Parabéns aos guerreiros do quad! Espero que num futuro próximo tenham o reconhecimento que merecem.

Por Thais Lombardi Scavazzini

 

 

Talvez tenha sido o treino mais divertido nesse meu pouco tempo de Rugby. Nossa meta como time era de simplesmente não tomar gol, era uma meta audaciosa mas que se provou ilusória. Sim, subestimamos a meninas e reconhecemos nosso erro, mas pagamos sofrendo 10 gols de quem nunca tinha sentado numa cadeirade rodas. Nossa queda do cavalo começou logo no inicio do jogo, quando na primeira vez em que elas conseguiram atravessar a metade da quadra, trocaram cerca de 10 passes com total facilidade. Esse foi o nosso erro, esquecemos que elas jogam Rugby e o passe é muito importante no esporte delas. No Rugby em Cadeira de Rodas, quando defendemos, a ideia é travar o atacante e força-lo a dar um passe. Somos todos tetraplégicos, ou seja, nossas mãos não funcionam direito e dar e receber passe é um problema. A questão é que forçamos elas a fazerem o que elas fazem de melhor enquanto que no quesito PASSE a gente simplesmente não presta.

 

 

Bom, tomamos 10 gols e falhamos em nossa missão. O que importa mesmo é que jogamos e nos divertimos, acho que elas se divertiram também, força eu sei que fizeram porque eu nunca tinha visto nosso material quebrar tanto quanto nesse dia. Agradecemos a visita e espero que elas voltem sempre. Aproveito também para lançar o desafio de que no próximo amistoso elas deverão fazer pelo menos esses mesmo 10 gols. Eu sei que já fizeram, mas sou arrogante o suficiente pra dizer que da próxima vez não farão!

Por Marcel Souza

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BH Rugby perde em casa para os paulistas do Pasteur por 24 a 15

EM by Alessandro Travassos | BH Rugby | 1 comentário

O Belo Horizonte Rugby Clube sofreu um novo tropeço em seu retorno à primeira divisão nacional. Desta vez, foi superado pelo Pasteur Athletique Club, de São Paulo, por 24 a 15, a terceira derrota dos mineiros em três jogos disputados pelo Super 10. A equipe não conseguiu aproveitar o mando de campo e o apoio da torcida, padecendo principalmente pelos próprios erros defensivos, sem desmerecimento da eficiência dos adversários, que souberam se segurar em momentos de iminência de sofrer try.

O resultado deixa os belo-horizontinos em situação complicada na chave Verde, que, além do Pasteur, é composta por Bandeirantes (SP), Desterro (SC) e Unibrasil/Curitiba (PR). Como o confronto de hoje foi, na prática, o único disputado como mandante, a possibilidade de pontuar pela primeira vez no Campeonato Brasileiro era mais concreta, principalmente diante de um adversário de qualidade equivalente. Porém, não foi o que ocorreu, e o BH Rugby segue na última posição de seu grupo.

Se vencesse o PAC, teria mais chance de escapar da vital e preocupante disputa pelo nono lugar com o lanterna da Chave Amarela. Esse jogo está previsto para 24 de setembro. Porém, antes disso, o clube de Minas Gerais – o único no Super 10 – tem o compromisso contra o Bandeirantes, campão brasileiro de 2009, no próximo dia 3, em São Paulo.

No momento, o último colocado no outro grupo é o Farrapos (RS), que também perdeu seus três primeiros jogos. Curiosamente, os gaúchos são a outra equipe que, como o BH, acaba de subir para a primeira divisão. O lanterna do Super 10 ainda jogará contra o primeiro da Copa do Brasil, a divisão de acesso, em uma partida de repescagem, em outubro.

A partida começou às 15h no campo da PUC Minas no Coração Eucarístico. O calor que faz na capital mineira neste fim de semana, na casa dos 30 graus, foi um personagem à parte, e acabou prejudicando o desempenho dos atletas, principalmente na etapa final. Mesmo assim, a torcida não decepcionou e compareceu, apoiando o time da casa.

Jogo

Logo no kick-off da partida o BH Rugby sofreu o primeiro revés por pura desatenção. Após dar a saída, o Pasteur avançou no campo mineiro, abafou um chute de desafogo e recuperou o rebote já no in-goal, anotando o primeiro try da partida com menos de um minuto, anotado pelo segunda-linha Olyntho Júnior.

Passado cochilo inicial, o jogo ganhou em equilíbrio, tônica da maior parte dos 80 minutos. O confronto foi truncado, com a bola sendo mais disputada do que em jogo aberto pelas linhas. Nos primeiros 40 minutos, os belo-horizontinos foram muito eficientes tanto nas disputas em solo quanto nas formações fixas.

Por Mariana Tavares

Estava evidente qual seria a estratégia do time da casa: avançar na força de seus fowards (1 a 8), em jogadas de base, até chegar ao in-goal do PAC. Foi assim que anotou seu único try do primeiro tempo, aos 19 minutos, graças a um jogo de fases bem feito que terminou nas mãos do pilar e treinador, Jorge Imparato, que apoiou a bola ao sair de um ruck.

Mas, antes disso, novamente devido a uma bobeada de seus homens de trás, o BH Rugby tomou outro try. O asa Diego Lopez, jogador da seleção brasileira, assumiu o controle de uma bola “viva” dentro da área de 22 metros dos mineiros e a apoiou.

Os times trocaram de campo com o placar em 12 a 8 para o Pasteur. Na segunda etapa, os paulistas conseguiram ter mais tranqüilidade para resistir às investidas dos fowards adversários, e, por conta do calor, o treinador do PAC realizou algumas substituições já nos começo da segunda etapa. Foi aproveitando novas falhas de domínio de bola dos mineiros que os visitantes marcaram novo try aos 4 minutos, com Gustavo Bandido, e outro aos 20, com o centro Felipe Bezian.  Conseguiram administrar a vantagem com compentência.

Já o BH Rugby, menos intenso na busca por posse de bola do que no primeiro tempo, seguiu com dificuldades para infiltrar no paredão azul e vermelho. A intensidade do jogo foi reduzida com o desgaste das duas equipes. O time da casa da casa ainda aproveitou o fôlego final nos últimos instantes para anotar seu try, o mais belo da partida. A jogada foi em extrema velocidade. O ponta Pedro Olavo avançou com a bola e, antevendo o tackle, passou ao full-back Felipe Damasceno, que correu em diagonal. A bola foi recebida pelo hooker Lucas Israel, que partiu também em velocidade para cair no in-goal paulista.

Felipe Damasceno foi um destaque individual do BHR, especialmente no primeiro tempo, graças a alguns tackles decisivos na defesa e avanços importantes para o ataque. Do PAC, merecem menção o oitavo Júnior Orioli, com bons avanços e chutes quase sempre precisos para o H. Além dele, brilhou Thiago Maihara, que começou como half-scrum e assumiu a ponta no segundo tempo. A velocidade e os dribles do atleta são uma arma poderosa do Pasteur.

Por Mariana Tavares

“No segundo tempo, aproveitamos mais as falhas deles, talvez pelo cansaço, e conseguimos fazer os tries”, comentou Maihara.

“Faltou atenção. Estamos melhorando a cada jogo, aprendendo mais. E vamos continuar trabalhando”, afirmou o treinador do BH Rugby, Jorge Imparato, para quem as chances de permanência na elite do rugby brasileiro são perfeitamente possíveis