O QUE IMPORTA É A AMIZADE

O QUE IMPORTA É A AMIZADE

Por: Daniel Alejandro Marolla

Revisão: João Gualberto de Araújo Júnior

Dizem que estamos todos malucos, e posso confirmar a vocês que esta é umas das melhores loucuras que existem. O fato de jogar Rugby não representa apenas ser um atleta ou um garoto que, embora não seja muito ágil, pode se dar muito bem no coletivo.

Meus caros leitores, jogar Rugby deixa no homem marcas inesquecíveis e legados incomparáveis. Dar 100% pelo bem comum e brindar o nosso rival com o melhor jogo possível passam a ser uma necessidade e um prazer que só um verdadeiro Rugbier pode compreender.

Os valores humanos são nosso cartão de visita: respeitar a todos assim como queremos ser respeitados e não fazer aos outros o que não gostamos que façam conosco.

Mas formalidade e diplomacia não são tudo no nosso esporte. Na hora de nos divertir, ninguém consegue nos igualar. Aprendemos que a derrota faz parte do processo de crescimento como indivíduos e como grupo. Após um jogo, quem ganha volta para casa com uma alegria, mas quem perde retorna com um monte de autocríticas e muitas coisas por melhorar. Mesmo nesse caso, levantamos a cabeça com honra e vamos nos confraternizar, porque, se deixamos tudo de nós no campo, a derrota é apenas uma das três possibilidades em um jogo. E comemoramos o fato de poder fazer o que gostamos e agradecemos o nosso adversário por nos dar essa oportunidade.

Sei que o leitor deve estar pensando: “isto é apenas mais um conto para promover o jogo e atrair mais pessoas para jogar”. Para demonstrar o que o Rugby significa para a galera do BHR, solicitamos alguns depoimentos de vários atletas que passaram ou que continuam no nosso clube sobre o que esse esporte ensina e o que o nosso clube deixa para eles como legado:

“O Rugby ensina muito mais do que tackles e tries: ensina a ter um caráter diferente, um respeito e uma cumplicidade que são muito difíceis de encontrar em outro esporte ou sem o esporte.

Estou feliz com a minha volta e me sinto como da primeira vez que joguei. A vontade voltou mais forte e vi que o Rugby não é uma paixão, é um amor, que tenho certeza que vamos levar para vida toda. E, com certeza, parte desse amor aprendemos com vocês.”

Daniel Monteiro

“Com o Rugby, aprendi a importância do respeito. A todos: adversários, o próprio time, árbitros, bandeiras… A importância de competir e aprender independentemente do resultado. Aprendi que quem joga Rugby no Brasil tem que ter muita força de vontade e dedicação para fazer acontecer, conseguir um campo para jogar e treinar, com todas as dificuldades impostas, mas sempre com alegria! Isso é o Rugby!

O BHR faz isso muito bem. Além de tudo, o clube é uma família e se torna uma das coisas mais importantes na vida de quem entra nela! Quem já passou por aqui sabe do que estou falando. Uma vez no BHR, sempre no BHR! De todo coração: Amo você, você me ama, somos uma família feliz…!

Foi tão bom escrever isto. Precisava desabafar meu amor por esse time!”

Marina Abreu Silva

“Eu aprendi que é muito “fácil” jogar Rugby. Basta ter alguma disposição e algum preparo físico. É um esporte como qualquer outro para aqueles que não estão dispostos a compreendê-lo. Compreender que acima de tudo está o respeito. Os adversários, companheiros e árbitros são os que tornam o jogo possível, e, se eu estou sujeito a erros, eles também estão. Compreender que as vitórias e as derrotas são construídas pelo trabalho: é muito fácil culpar os outros pelas derrotas e mais fácil ainda se vangloriar pelas vitórias. Compreender, acima de tudo, que neste esporte as vitórias e as derrotas são meros coadjuvantes. Para aqueles que fazem o seu melhor, nenhuma derrota é capaz de apagar a satisfação.

Eu aprendi que o difícil é ser um Rugbier. Para se tornar um Rugbier, ter todo o preparo físico, toda a habilidade e toda a força do mundo não são suficientes. Você pode se tornar um grande atleta, mas não necessariamente um Rugbier. Eu aprendi que o Rugby que eu quero jogar é feito nas 22 horas e 40 minutos em que eu não estou em campo. Os 80 minutos são só para diversão.

O BHR não me deu, ainda está me dando grandes amigos, grandes experiências, grandes lesões, ocupação para as tardes de sábado e a certeza de que, se existem mais pessoas loucas no mundo, elas eventualmente vão acabar chegando ao nosso time.”

Thiago Freire

“De verdade, uma das coisas mais importantes que eu aprendi com o Rugby foi o respeito pelas pessoas dentro e fora de campo, não importando o lado em que elas estiverem. O BHR me deu o que eu carrego comigo até hoje: grandes amigos e pessoas que eu respeito muito.

Espero, em breve, retornar.”

Daniel Brito

“A questão do companheirismo, em que é um pelo outro e todos pelo time. E isso não só em campo, mas principalmente fora dele. Realmente, eu vejo uma família. Levo esse espírito comigo até hoje.”

Vinícius Cirqueira

“Difícil responder assim, mas, se pudesse dizer uma coisa que aprendi foi jogar em equipe, que ninguém sozinho consegue nada, e que eu ganhei foi uma família. O BHR é muito mais do que um time: antes de tudo, somos amigos e isso, para mim, é para a vida toda.”

Fernando Guerra

“Para começar, principalmente, esse esporte me ensinou disciplina. Me ensinou que não adianta achar que sem treino e sem dedicação é possível alcançar bons resultados. E isso eu levei para outras áreas da minha vida. O Rugby me motivou a querer a superação, querer fazer o melhor. Acho que tudo isso vem do espírito de equipe: você faz parte de um grupo e o resultado também é alcançado em grupo. Por isso, você tem um compromisso com outras pessoas, você deve o seu melhor a elas e a si mesmo. Mas claro que não é possível alcançar tudo isso sem paixão, e o Rugby me ensinou isso, me ensinou o que é ter paixão por um esporte.

Mas o Rugby não é uma pessoa. O Rugby, em si, são várias pessoas de chuteira e uma bola em campo. O BHR foi o que me deu esse diferencial. Nunca fiz parte de outro clube. Talvez eu encontre algo parecido, talvez não. Mas aqui eu entendi o que é espírito de equipe. O que é sofrer e comemorar junto, o que é conhecer pessoas que, quase imediatamente, viram suas maiores e melhores companhias. O clube me ensinou o sentido de família, mesmo entre pessoas que nunca fizeram parte da sua vida antes daqui. Podem até existir pessoas com quem você não se dê muito bem ali dentro, mas “ai de quem” vier de fora arrumar briga: você será o primeiro a defender. Afinal, família é família, e ninguém além de você pode “se meter” com ela. Acima de qualquer coisa, o BHR me ensinou o respeito: o respeito às diferenças, o respeito à autoridade e o valor de cada um dentro de um time e dentro do campo.

Agora, mais do que tudo, o BHR Feminino me deu amigas pra vida toda. Meninas completamente diferentes entre si, mas com um objetivo e uma paixão em comum. E é por elas que vale tanto a pena o esforço!”

Mel Veneroso

“Nesse pouco tempo que eu pratico Rugby, aprendi a ter mais disciplina, responsabilidade, vontade e dedicação, não só para jogar, mas para a vida também. Outra coisa importante é a confiança em quem está ao seu lado. Acho que é por isso que uma equipe de Rugby não é simplesmente um time, mas um grupo de amigos.

Em quatro anos, o BHR já me deu muita alegria, algumas tristezas, muitas ressacas, a maior felicidade, que foi ganhar a Copa do Brasil 2009, entre tantas outras coisas. Mas o principal, com certeza, foi entrar para a Família BHR, que me proporciona todos esses sentimentos junto dos meus amigos.”

Bernardo Faccion

“No Rugby, eu aprendi muitas coisas. Mas o principal é o respeito por todos, o valor da amizade e das pessoas à sua volta, além, na minha opinião, do nobre espírito do esporte.

O BHR me ensinou a jogar o esporte que eu tanto gosto, me deu amizades que eu vou levar para a vida, experiências inesquecíveis, terceiros tempos divertidíssimos e viagens de volta dolorosas no ônibus, mas que eu gosto muito.”

Vítor Vogas

“Com o Rugby, aprendi muito sobre trabalho em equipe e aprendi a confiar no meu time. Uma confiança incondicional, a qualquer preço. Aprendi também que, depois da partida, não tem inimizade… Toda rivalidade acaba lá mesmo, no campo.

Como legado, o BHR me deixou aprendizados, experiência, lembranças e bons amigos – além de um nariz trincado… Infelizmente, minha vida mudou de rumo muito rápido, fui morar no exterior e me mudei para outra cidade quando retornei ao Brasil. Não pude mais estar presente como gostaria de verdade… mas guardo tudo e todos muito no fundo do meu coração!”

Nira Goldstein

“É uma pergunta fácil de responder, porém, difícil de explicar. As pessoas me perguntam: “para que você joga isso? Você gosta de se machucar?” Eu respondo que me machucar nunca foi um problema, afinal, pode-se arrebentar os ligamentos do joelho atravessando a rua… Rugby, para mim, vai muito além do esporte. Depois que você conhece o espírito da coisa, passa a ser um estilo de vida, uma forma de conduta. Se levado a sério, pode ser capaz de formar homens de verdade. Pensa bem, dentro de campo, você tem que usar toda sua razão para, de fato, ser forte, entende? É como uma analogia à vida. O que acontece no terceiro tempo, por exemplo, é quando se pode ver o estilo de vida que se leva dentro do Rugby, a amizade, o companheirismo que se tem lá dentro. Essa é uma característica que o BH Rugby deixou bem claro para mim. Lá, eu sei que, se eu quiser, terei bons amigos, que dentro e fora de campo estarão do meu lado, dando, de fato, um grande apoio.”

Ricardo Santos

“Poderia falar que aprendi o significado da palavra “time”, porque nunca tinha jogado nenhum esporte coletivo e, do nada, fui jogar Rugby, o esporte mais coletivo de todos, um esporte no qual todos se doam ao máximo em prol do time e tal… Mas, para falar a verdade, aprendi que o Rugby é muito mais do que um esporte, é um estilo de vida. Só quem joga entende, porque está com a gente o dia todo. O que se faz fora de campo reflete nos treinos e nos jogos, e vice-versa. É verdade, mudei muito a forma de ver as coisas desde que comecei a jogar.

Falar do que o BHR me deu é muito mais simples: me deu amigos que vão ficar para o resto da vida, me deu uma segunda família, no sentido literal, pois, mesmo com brigas e opiniões diferentes, ainda assim, todos são unidos pelo time, como uma grande família.”

Adriano P. Coelho

“Eu aprendi muita coisa, mas, o mais importante de tudo, foi que o Rugby não é só um esporte. Ele tem coisas que eu nunca tinha visto em outros esportes que eu pratiquei. No BHR, eu encontrei uma família que me acolheu em pouco tempo e pela qual eu me apaixonei de verdade. A amizade que nós temos é amizade de irmãos que se defendem a qualquer custo.

EU AMO ESSE TIME DEMAIS!!!”

Renato Fernandes Terozendi Costa

“Aprendi muito com o Rugby. Acho que o mais importante foi a generosidade. Fazer coisas pelos outros sem esperar retribuição. Aprendi a ser mais doce. Hoje, eu tenho mais palavras de carinho e incentivo no meu repertório diário. Passei a ter várias metas e, para atingi-las, preciso ser mais organizada e disciplinada. Aprendi a doar corpo e alma em prol de uma equipe. Encaro a vida com mais perspectiva e bom humor.

Como legado, eu acho que tenho uma vida mais saudável e menos centrada em mim mesma. Tenho mais confiança e fé nas pessoas. Vontade de fazer o bem. Além, é claro, de amizades para o resto da vida.”

Gracila Vilaca

“Bom, legal! Acho que, enquanto esporte e atividade física, o que eu aprendi não está no topo da lista. Acima disso, está o aprendizado de aceitar diferenças e conviver com elas. De ser mais paciente com as situações que, antes, me deixavam estressada. De pensar uma, duas, três e, se possível, quatro vezes. Aprendi a me divertir! E, por fim, que temos o dever de respeitar e o direito de sermos respeitados. Esse último, com certeza, é o que fica para a vida e o que tentarei passar para os meus filhos, dentro ou fora do Rugby, pois eu acho que respeito é a base para qualquer solução. Vou fazer questão que eles joguem e sem desculpa!!! Tem coisas que só o Rugby ensina! Não há diálogo que explique.”

Amanda de Mello Paula

“Eu acho que o de melhor ou mais evidente que eu levo do Rugby é a humildade, tanto para os outros esportes que eu pratico agora – do tipo uma peladinha com a galera ou um torneio amador de tênis – quanto para a vida. Desde que eu entrei para o Rugby, acho que foi isso que ficou mais visível pra mim, como coisa que eu aprendi. Acho que eu respeito muito mais os meus adversários em qualquer disputa que seja, respeito mais meus professores, amigos e família, no sentido de tratar melhor e mais educadamente, de, durante uma discussão qualquer, escutar o que o cara estiver me falando, mesmo que eu não concorde ou ache que ele esteja falando um monte de besteira, mais escutar o cara e levar as coisas mais na boa. E também acho que isso foi meio inconsciente. Comecei a fazer sem perceber, e depois de um tempão que eu fui ver que isso veio do Rugby, da convivência com a galera e com o esporte nos treinos, nos jogos, e nos encontros para cachaça por aí. E acho que isso também foi o melhor que o BHR me deixou de legado. Além dos grandes amigos, um respeito e consideração maior pelas pessoas do meu lado, pensar no lado deles também, não só no meu.”

Álvaro Mafra

“Acho que o Rugby foi o primeiro ambiente em que tenho responsabilidades de verdade, quer dizer, em que existem outras pessoas que realmente dependem do que eu fizer. Aprendi também que, na maioria das vezes, vence quem se preparou melhor. Acho que são as principais coisas que posso levar para fora de campo.

O BHR me deu uma nova família, e quando a gente fala assim, família, fica parecendo clichê, mas não encontro outro nome para isso.”

Daniel Beta

“A lição maior que aprendi com o Rugby é trabalhar no coletivo. É preciso pensar em equipe, em união, em grupo. Quando um erra ou não se esforça o suficiente, o time todo se prejudica. Por isso a importância de todos se ajudarem. No Rugby, não existe individualismo. Individual mesmo só a dor ou o cansaço do corpo que se sente sozinho. Mas vale a pena, pois é uma doação pelo grupo que está unido em busca de um mesmo objetivo.

O BHR me deixou como legado as amizades, que são eternas. As lembranças de momentos únicos dentro e fora de campo. E a vontade de divulgar o esporte através das fotos que tiro, das camisetas e das palavras.

Acho que é isso!”

Mariana Tavares

“Primeiramente, aprendi a gostar de um esporte. Nunca havia praticado ou gostado de nenhum. Por um golpe do destino, o Rugby apareceu na minha vida. Fui muito bem acolhida, não me cobraram nenhum antecedente, só vontade de jogar e aprender. A partir daí, aprendi muito mais coisa como: disciplina, respeito ao próximo, tolerância, companheirismo dentro e fora de campo, que, não importa o quanto jogue, você é importante dentro do campo e ponto. Nos terceiros tempos, descobri o significado real da palavra “diversão”, sem medo de ser feliz ou ridícula. O BHR deixou na minha vida um rol de boas lembranças, a que sempre recorro e vou recorrer, além de grandes amizades. Não gosto de falar “deixou”, pois o BHR tem muita coisa ainda para deixar. Eu volto! ;-)”

Erika Vasconcellos

“O Rugby me ensinou e me ensina valores e princípios fundamentais a qualquer ser humano: respeito, amizade, compaixão, companheirismo, dedicação, disciplina, seriedade e bom senso. Infelizmente, o mundo está repleto de péssimos exemplos, e os valores da sociedade estão cada dia mais deturpados. Isso é bastante perigoso, sobretudo para as crianças. Lembro-me de ter escrito que agradecia ao Rugby por me manter acreditando em valores e princípios que achava que não existissem mais.

O BHR me deu e me dá tudo isso! O BHR contribuiu – e contribui – para a minha formação como atleta e como pessoa. Afinal, aquilo que você faz é a maneira como você quer o mundo.”

Virgílio Franceschi Neto

Muitas pessoas passaram e outras vão passar por nossa família, muitas irão entender o que disseram todos acima, outros podem perder a oportunidade ou simplesmente não concordar. Mas o objetivo deste humilde clube se reflete nas palavras de cada um de seus integrantes. E isso me leva a compreender, pelo menos a mim, que estamos no caminho certo. Triunfos, empates, derrotas, são apenas sentimentos efêmeros do jogo, que podem ser encarados de diferentes maneiras… O grande triunfo, o grande legado de um esporte tão nobre como o Rugby, são as amizades duradouras e que transcendem fronteiras, idiomas, religiões e etnias. Colhemos o que semeamos a cada dia, a cada treino, a cada festa, a cada encontro com essa galera de loucos: só colhemos mais e mais amizade.

Construir amando dá uma força indestrutível aos cimentos. Doar-se sem esperar nada em troca é um exercício bastante complicado, mas o incrível é que recebemos muito mais, mas muito mais, daquilo que nenhum dinheiro jamais pode pagar. E essa é umas das poucas bagagens que, eu acredito, podemos levar conosco após o fim desta vida.

O que este homem, que intenta escrever o que sente, deseja do fundo do seu coração é que as pessoas que chegarem amanhã ao nosso clube continuem a encontrar o que os atletas de ontem e de hoje encontraram, e que continuem a transmitir apenas isso: respeito e amizade, para que o BHR seja nosso cantinho de paz.

Obrigado a todos os que compreenderam o objetivo do Rugby e responderam uma pergunta tão abrangente da forma mais resumida possível. E, àqueles que não compreenderam ainda, desejo que tenham essa oportunidade um dia.

Nada se consegue sozinho. Tudo existe porque há alguns loucos querendo jogar um esporte maravilhoso, e, por eles e para eles, continuaremos trabalhando.

Dedicado a meu amigo Igor Michalick (ele sabe muito bem o motivo desta matéria), aos treinadores (formadores do espírito BHR) de hoje, de ontem e de sempre, a diretoria e aos fundadores deste sonho chamado BH Rugby, que a cada dia cresce mais e mais.

Obrigado a todos os que compreenderam que, para fazer um mundo melhor, temos que começá-lo dentro da gente.

Obrigado ao Rugby, que nos dá as ferramentas para construir e sonhar.

Felizes festas e um prospero ano novo para toda a família do Rugby. Que 2011 chegue cheio de jogos, festas, e conquistas… e lotado de amizade.

* Para Meg e Francismar, desejamos que sejam muito, mas muitos felizes.

*Banner por Kwan 3497-8555

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EM by Alessandro Travassos | BH Rugby

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